segunda-feira, 3 de março de 2014

Tudo sobre os Leões

                                       Introdução a Como funcionam os leões


1.O leão é um dos maiores membros da família dos felinos. Esse grande animal carnívoro é bastante comum na África e na Índia. Devido ao seu porte nobre, ele é conhecido como "o rei dos animais". Há muito tempo, os leões são exibidos como atrações populares em zoológicos e circos, podendo aprender muitos truques. A maioria dos leões dos circos e zoológicos nasceu em cativeiro ou foi capturada ainda filhote.


Os leões são animais comuns na Ásia e África

Leões são encontrados em muitas partes da África. São mais abundantes nas áreas de pradaria, onde existe mais caça, mas também estão presentes em regiões rochosas e semidesérticas. No passado, os leões asiáticos, que já foram bastante numerosos, viviam na metade norte da Índia; hoje sobrevivem algumas centenas de espécimes, quase todos na floresta de Gir, considerada um santuário da espécie.
Já foram encontrados leões em todo o oeste da Ásia e na Grécia e em outras partes do sudeste da Europa. Antes da última grande Era Glacial, eles viviam no sul da Europa e nos territórios que hoje formam a França, a Alemanha e as ilhas britânicas.
                                             Quantas espécies de leões existem?

Os leões que vivem na África são conhecidos como leões africanos (Panthera leo). Os que vivem na Índia são os leões asiáticos (Panthera leo persico).
Há milhares de anos, havia leões em boa parte do mundo. Eles viviam na África, na Europa, na Ásia e até nas Américas do Norte e do Sul. Os leões provavelmente desapareceram de muitas regiões quando as florestas se tornaram muito densas e quando os humanos começaram a caçá-los em demasia. Hoje, os únicos leões que vivem fora da África são encontrados em uma área da Índia.
Os leões que vivem na África e na Índia pertencem à mesma espécie, mas existem algumas diferenças entre eles. Os leões que vivem na Índia são menores do que os africanos, além de ter jubas menores. Devido a essas pequenas diferenças, as duas formas de leão às vezes recebem nomes diferentes.
                                                      Ficha técnica
  • Nome científico: Panthera leo.
  • Ordem: Carnívora.
  • Classe: Mammalia.
  • Habitat: mais abundantes nas áreas de pradaria, mas também estão presentes em regiões rochosas e semidesérticas.
  • Distribuição: África ao sul do Saara; floresta de Gir, na Índia.
  • Longevidade: de 20 a 25 anos, em cativeiro; na natureza, de 15 a 20 anos.
  • Período de gestação: cerca de 3,5 meses.
  • Número de filhotes por ninhada: um a seis (geralmente dois ou três).* O leão da montanha norte-americano não é um leão, e sim um puma.
  • O leão da montanha norte-americano não é um leão, e sim um puma.
                                               

                                                     O corpo do leão

2.A maioria dos machos adultos tem entre 2,70 e 3 metros de comprimento, incluindo a cauda de 90 centímetros; e peso entre 180 e 225 quilos. As leoas geralmente são menores.
O leão tem um corpo forte e musculoso com uma porção dianteira excepcionalmente forte. Sua cor varia de um amarelo escuro a um marrom acinzentado, com as porções inferiores amareladas. O leão asiático tem uma dobra proeminente de pele ao longo do abdome. A cauda do leão tem um tufo final de pelos negros e no cerne desses pelos existe um osso cuja finalidade ainda não é conhecida. Cada dedo tem uma forte garra recurva e retrátil com até 7,5 centímetros de comprimento. Em suas poderosas mandíbulas, que podem se abrir a até 30 centímetros, existem dentes capazes de esmagar a espinha de um boi com apenas uma mordida. 
O macho adulto normalmente desenvolve uma juba de cor escura (entre marrom e negra) em torno do pescoço. A juba é costuma ser espessa nos leões que vivem em cativeiro, mas escassa e irregular nos animais que vivem na natureza e precisam enfrentar arbustos espinhosos.
                                  O que um leão e um gato doméstico têm em comum?
Os leões fazem parte da família dos gatos, os felídeos. As formas do leão e do gato doméstico são semelhantes: ambos são esbeltos, dotados de caudas longas, contam com caninos longos e pontudos, além de garras afiadas e retráteis. Ambas as espécies usam as garras para galgar, segurar, combater e matar. E tanto os leões quanto os gatos caseiros caminham sobre os dedos e não sobre as solas dos pés.
Os leões passam boa parte de seu tempo no chão, mas são bons escaladores, da mesma forma que os gatos caseiros. Ambas as espécies podem galgar árvores em busca de presas. Além disso, leões e gatos caseiros usam linguagem corporal e cheiros para se comunicar. Também usam chamados orais: os leões rugem, os gatos caseiros miam. E, assim como os gatos caseiros, os leões tiram sonecas.
Mas, apesar de todas essas semelhanças, existe uma grande diferença: um leão é cerca de 30 vezes maior que o gato caseiro médio. Imagine um gato desse tamanho pela sua casa.
                              Por que os leões são considerados os "reis dos animais"?
Os leões estão entre os maiores felinos selvagens que existem. A maioria dos leões machos pesa entre 160 e 180 quilos, mas alguns chegam a atingir 250 quilos. Incluindo as caudas, os leões machos adultos têm cerca de 2,70 metros. Sua altura nos ombros é de 1,20 metro. As leoas são ligeiramente menores.
Apesar do imenso tamanho, os leões não são lentos. Ao perseguir caça, os leões podem atingir velocidade de mais de 50 km/h.
Um leão macho tem uma das maiores cabeças entre os felinos selvagens. Em torno dela e do pescoço fica uma juba de pelos espessos e longos. Essa juba dá ao leão uma aparência de membro da realeza. Ele é o único felino que possui juba.
                                       A juba do leão serve apenas para exibição?
A juba faz com que um leão macho adulto pareça maior do que é na verdade. Ela é feita de pelos longos e espessos, podendo ser amarela, marrom ou preta. Mas embora ela seja muito atraente em termos visuais, suas funções vão bem além da simples exibição.
Quando maior a juba de um leão macho, mais imponente ele parece aos demais machos. E, quanto mais impressionante sua aparência, mais provável que ele se torne um dos líderes do grupo de leões.
Uma juba majestosa também ajuda o macho a evitar combates com outros machos. Isso acontece porque normalmente machos com jubas menos impressionantes optam por não lutar com machos com jubas mais longas. Mas se um leão macho entra em uma briga, a juba espessa é muito útil porque protege o pescoço do animal.

                                                                  A alcateia

3.Leões são os únicos felinos verdadeiramente sociais, e geralmente vivem em grupos, chamados alcateias, compostos por até 30 indivíduos. Uma alcateia típica têm 2 ou 3 machos adultos, e de 5 a 10 fêmeas adultas, além de alguns filhotes.
Durante o dia, os leões costumam descansar na floresta, em meio à grama alta ou em planície aberta. Alguns preferem se acomodar em árvores. Os leões costumam ser muito ativos à noite e conduzem a maior parte da sua caça nesse horário. Eles têm excelente visão noturna e ótimos olfato e audição.
                                                          O que é uma alcateia?
A maioria dos felinos selvagens vive vidas solitárias, mas não os leões. Eles passam a maior parte de suas vidas como membros de alcateias. 
As leoas de uma alcateia geralmente são parentes e costumam permanecer na mesma alcateia por toda a vida. O mesmo não acontece com os machos, apesar de eles permanecerem ali por vários anos. Com o tempo, eles partem e se unem a novas alcateias ou são escorraçados por outros machos. Os machos jovens que deixam uma alcateia passam alguns anos circulando juntos até que ganham força suficiente para comandar uma alcateia própria.

Nas alcateias de leões, os machos são expulsos

O território de uma alcateia geralmente cobre cerca de 210 Quilômetros quadrados. Uma alcateia escolhe seu território com base na disponibilidade de dois fatores: presas e água. Os leões marcam seu território urinando em árvores e em arbustos nos limites da área. O cheiro dessas marcas informa a outros leões que se mantenham afastados.

Quem faz o que, em uma alcateia?

Os machos adultos têm a responsabilidade de defender o território da alcateia contra intrusos. Caso os leões machos desejem se manter como líderes de alcateias, precisam ser capazes de expulsar outros grupos de machos que tentem conquistar o território. Os machos de grande porte muitas vezes expulsam hienas, chacais e outros animais que entram no território da alcateia.
Enquanto os leões machos defendem o território, as fêmeas cuidam da maior parte da caça. Para que uma alcatéia sobreviva, as leoas precisam ser boas caçadoras. Mas tanto os machos quanto as fêmeas guardam as sobras de suas caças. E ambos passam até 20 horas por dia descansando ou dormindo.
                                                             Por que os leões rugem?
Os leões rugem para anunciar seu território a outros leões. Os chamados advertem a outros leões que se mantenham longe. Os leões podem rugir tão alto que é possível ouvi-los a até oito quilômetros de distância. Qualquer animal que ouça o rugido sabe que há leões por perto. Os leões costumam rugir mais no começo e no fim do dia. Também fazem isso depois de caçar.

                                                            A alimentação do leão

4.Os leões tendem a caçar em grupos, ainda que caçadas solitárias não sejam incomuns. De qualquer forma, as fêmeas realizam a maior parte das caçadas. Quando os leões caçam em grupo, espalham-se e cercam a presa antes que um único deles se aproxime para o abate. Os leões costumam caçar zebras, antílopes, gado doméstico e búfalos.
Um leão normalmente se aproxima sorrateiramente da presa até que chegue a uma distância de entre 9 e 27 metros, e então salta sobre ela. Muitas vezes a presa consegue escapar; nos casos em que o leão consegue apanhá-la, ele enterra as garras nos flancos do animal, derrubando e matando através de mordida ou por sufocação. Todos os leões da alcateia se alimentam da presa, mas o macho mais forte tem o direito de escolher o primeiro pedaço. 
Uma porção substancial da alimentação dos leões vêm da rapinagem de carcaças deixadas por outros predadores, especialmente hienas ou cães selvagens, ou de carcaças de animais que morreram por doenças ou ferimentos.
Os leões raramente atacam seres humanos se não forem provocados. Alguns deles, porém, especializam-se em devorar humanos. Geralmente são animais que não conseguem mais caçar devido a ferimentos ou à idade. Alguns são filhotes de leoas aleijadas, que se acostumaram a comer carne humana.
                                                            Como os leões caçam?
Os leões costumam caçar caçar à noite, pela maior probabilidade do elemento surpresa. Os leões geralmente caçam animais de grande porte, como a zebra, o búfalo ou o gnu. Presas como essas podem pesar duas vezes mais que um leão, o que dificulta para ele derrubá-las. Por essa razão, quando os leões caçam, muitas vezes trabalham em equipe.

As caçadas dos leões, muitas vezes, são trabalhos em equipe

Os leões famintos começam a caçada procurando uma manada de animais. Durante a maioria das caçadas, os leões rastreiam sorrateiramente suas presas, aproximando-se aos poucos. Ainda que sejam velozes, muitas de suas presas são ainda mais rápidas. Assim, eles precisam se aproximar ao máximo antes de saltar sobre elas.

Como os leões comem suas refeições?

Os leões começam a comer logo depois de derrubar a presa. Usam seus longos caninos para arrancar grandes porções de carne. Como eles têm dentes cuja função é dilacerar e não mastigar, engolem pedaços inteiros. Os leões também usam suas línguas, que são ásperas como lixas, para remover pelos e carne dos ossos.
Se houver o bastante para todos, uma alcateia come unida. Se não, o macho dominante ou mais poderoso come primeiro. Um leão macho pode comer até 34 quilos de carne em uma única refeição. Depois que os machos se alimentam, é a vez das leoas. Os últimos a comer são os filhotes.
Os leões comem o máximo que podem em cada refeição. Isso acontece porque podem se passar vários dias antes que apanhem a próxima presa. Caso as presas sejam escassas, os leões comem tudo que puderem. Isso inclui pequenos mamíferos, pássaros e répteis.
                                    Os leões competem com outros felinos selvagens?
Os leões competem por presas com outros felinos selvagens como os leopardos e os guepardos. Mas os leões não concorrem com os maiores felinos selvagens: os tigres. O motivo é que eles não vivem perto uns dos outros.

Uma leoa mostra seus dentes afiados

Todos os tigres vivem na Ásia. Uma espécie de tigre vive no extremo norte, nas florestas alpinas nevadas da Sibéria, mas a maioria dos tigres, como o tigre de Bengala, vive em habitats quentes e tropicais. 
Como a maioria dos felinos selvagens (com exceção do leão) passam a maior parte de sua vida isolados. Tigres machos e fêmeas se reúnem para acasalamento entre os meses de novembro e abril. Cerca de três a quatro meses depois, a fêmea tem até seis filhotes. Em média, as ninhadas são de dois ou três filhotes.

                                                    Procriação e desenvolvimento

5.Os leões não parecem ter temporadas regulares de acasalamento. As fêmeas entram no cio em intervalos que variam entre três semanas e diversos meses. Continuam no cio por alguns dias e geralmente só se acasalam com um macho no período.
Os filhotes (de 2 a 6, mas na maior parte 3) nascem de 14 a 15 semanas depois do acasalamento. Nascem com pintas e às vezes com listras. Seus olhos geralmente se abrem entre 4 a 6 dias depois do nascimento. A leoa amamenta os filhotes por até oito meses. Eles dependem totalmente dos leões adultos para se alimentar até pelo menos os dois anos de idade. A mortalidade é alta entre os filhotes (apenas cerca de 20% deles ultrapassam os dois anos). Os filhotes perdem a maioria das pintas ao completar um ano.
Os machos costumam desenvolver jubas aos três anos, época em que são considerados maduros. Em cativeiro, há leões que vivem entre 25 e 30 anos, mas poucos leões vivem por mais de 15 anos na natureza.
                                                     Quantos filhotes por ninhada?
Uma leoa está pronta para acasalar entre os três e os quatro anos de idade. Cerca de três meses e meio depois do acasalamento, ela tem uma ninhada de um a seis filhotes.
Os filhotes não enxergam ao nascer porque seus olhos ficam fechados nos primeiros dias de suas vidas. Dependem completamente das mães para obter alimento e proteção. As mães inicialmente os amamentam. Depois, quando o filhote chega às seis semanas, ela os leva e mostra um animal que matou. É então que eles começam a comer carne. Quando eles completam um ano, a leoa então começa a ensiná-los a caçar.

As ninhadas dos leões variam de um a seis filhotes

Os leões de uma alcateia geralmente se acasalam na mesma época. Como resultado, as fêmeas têm filhotes também na mesma época. Uma leoa pode contar com a ajuda das demais leoas para ajudar a cuidar de seu filhote. Uma fêmea pode até amamentar os filhotes de outra.

Como é a vida dos filhotes?

Os filhotes passam seus dias dormindo, sendo amamentados e comendo carne. Também brincam bastante, fingindo brigar e perseguindo qualquer coisa pequena e que se mova. Ao brincar, eles aprendem técnicas de que precisarão mais tarde na vida quando terão de caçar e se defender. 
Com o tempo, a leoa deixa de amamentar os filhotes. A partir desse momento, eles passam a comer carne. Com pouco mais de um ano, os leões são maiores que a maioria dos demais felinos selvagens adultos e pesam cerca de 45 quilos.
As filhotes fêmeas geralmente se mantêm na mesma alcateia por toda a vida. Os machos adultos, porém, expulsam os machos jovens da alcateia quando estes chegam aos 2 ou 3 anos. Os machos jovens muitas vezes caçam em grupo até os 5 anos. Quando ganham força suficiente, tomam o controle de uma alcateia.

                                                      O leão na literatura e na arte

6.A literatura é rica em leões, dos leões bíblicos de Daniel e Sansão ao leão covarde de "O Mágico de Oz". O leão aparece em diversas fábulas de Esopo e Lafontaine, bem como de outros autores. O primeiro trabalho de Hércules era matar o leão da Neméia, um imenso animal que estava aterrorizando as pessoas do vale da Neméia. A antiga história de "Ándrocles e o leão" fala de um leão agradecido.



No Egito Antigo, o corpo dos leões representava
força, virtude e sabedoria

O leão aparece nas mais antigas esculturas da Babilônia e da Assíria. Lá, os leões eram muitas vezes usados como guardiões simbólicos dos portais. Leões esculpidos estão postados na entrada de muitos edifícios modernos, como o Instituto de Arte de Chicago. No Egito antigo, o corpo do leão, simbolizando a força, virtude e sabedoria, muitas vezes era complementado pela cabeça de um soberano. A Esfinge é a mais famosa dessas esculturas. 
Entre as mais famosas esculturas de leões, há o leão de San Marco, em Veneza; os do Pátio dos Leões, em Alhambra, Espanha; e o Leão de Lucerna, em Lucerna, Suíça.
Como símbolo de coragem, o leão é amplamente usado na heráldica. Também é o símbolo da Inglaterra desde a Idade Média.

Cientistas avançam na busca por energia limpa e inesgotável.

Técnica consiste em unir átomos de hidrogênio para formar átomos de hélio, como ocorre no interior do Sol.




Agências Internacionais
Cientistas americanos deram um passo crucial na busca por uma fonte de energia limpa e praticamente inesgotável, baseada em fusão nuclear - um objetivo que vem sendo perseguido há várias décadas.
As pesquisas ainda estão muito longe de um produto final. A quantidade de energia gerada neste último experimento ainda foi minúscula, se comparada à quantidade de energia que foi usada para produzi-la. Ainda assim, o novo trabalho, publicado na revista Nature, supera alguns obstáculos importantes, segundo os cientistas.
A fusão consiste em unir átomos de hidrogênio para formar átomos de hélio, como ocorre no interior do Sol - diferente da fissão nuclear, que consiste na quebra de átomos pesados (por exemplo, de urânio), como se faz nas usinas de energia nuclear. Ambos os processos produzem energia, mas a fusão tem uma série de vantagens: entre elas, o fato de não produzir resíduos radioativos e de utilizar como matéria-prima a substância mais abundante e inerte do universo, o hidrogênio, que pode ser facilmente extraído da água do mar, por exemplo.
O trabalho publicado na Nature traz os resultados de dois experimentos de fusão realizados no Laboratório Nacional Lawrence Livermore, nos EUA, em que 192 fachos de laser foram direcionados para um cilindro de ouro, contendo uma pequena esfera de deutério e trítio (duas formas de hidrogênio). A energia dos lasers fez com que essa esfera fosse reduzida de tamanho, em uma proporção equivalente à de uma bola de basquete para uma ervilha, segundo uma das autoras da pesquisa, Debbie Callahan.
Com isso, criaram-se as condições necessárias de pressão e temperatura para fundir átomos de hidrogênio, como ocorre no núcleo do Sol. A grande inovação do experimento foi que o combustível (a bola de hidrogênio) emitiu mais energia do que absorveu; algo nunca demonstrado antes. A esfera, porém, absorveu apenas 1% da energia total produzida pelos laser, o que significa que o aparato ainda está longe de produzir mais energia do que é necessário para operá-lo.
Segundo o autor principal da pesquisa, Omar Hurricane, não há como saber em quanto tempo será possível atingir esse objetivo - de desenvolver uma tecnologia de fusão nuclear que produza mais energia do que consome. "Mas estamos trabalhando como loucos nessa direção", garante ele.

Satélite da Nasa capta intensa erupção solar.

Fenômeno não é motivo de grande preocupação, mas pode influenciar o funcionamento de redes de energia e GPS



Agências internacionais
O satélite Solar Dynamics Observatory (SDO) registrou nesta segunda-feira, 24, os primeiros momentos de uma intensa erupção solar. A imagem foi divulgada pela agência espacial americana (Nasa) nesta terça-feira, 25. As erupções solares não são motivo de preocupação na Terra, mas podem influenciar o funcionamento de satélites, redes elétricas e GPS.

domingo, 28 de julho de 2013

Lobos marinhos aparecem em praias do litoral paulista.Aparição de animais marinhos vindos da Antártica é comum nesta época do ano

                                                        Lobo se confunde com a pedra

ILHABELA – Dois ilustres visitantes chamaram a atenção de banhistas que circulavam pelas praias de Maresias, em São Sebastião, litoral norte de São Paulo, e na Ponta da Praia, em Ilha Comprida, no litoral sul. A aparição de animais marinhos vindos da Antártica é comum nesta época do ano. Pinguins também já foram vistos nas praias do litoral norte nos últimos dias.
Na manhã de ontem, o lobo marinho visto em Maresias na última segunda-feira ficou por diversas horas se espreguiçando nas pedras e areias da Praia do Curral, em Ilhabela. Segundo moradores, ele apareceu por volta das 6h. A Polícia Ambiental teve que isolar parte da praia para privar o animal de curiosos. A frente fria que atinge o litoral paulista pode ter contribuído para a chegada dos animais, trazidos pelas correntes marítimas.
O lobo marinho de Ilhabela, da espécie Arctocephalus tropicalis, pesava cerca de 90 quilos e media 1,70m, segundo o Aquário de Ubatuba, que enviou uma equipe para avalia-lo. Os técnicos afirmaram que ele tem dois anos de idade e parou na praia apenas para descansar. “O animal está forte, não apresenta ferimentos significativos”, disse o presidente do Instituto Argonauta, Hugo Gallo.
“Esta espécie é comum no extremo sul do nosso continente e nas ilhas que margeiam a Antártica e seu aparecimento no litoral paulista se dá por causa das correntes que vêm da Antártica nessa época do ano, como parte de um fenômeno cíclico da natureza”, explica o oceanógrafo. A equipe técnica do instituto realizou a marcação do lobo-marinho com anilha e foram coletados sangue e pelos para pesquisa. Por volta das 16 horas o animal retornou ao mar.
Já o lobo marinho encontrado em Ilha Comprida seria tratado por um organização não-governamental até que ele retornasse ao mar por conta própria. Ele mede 1,60 metros e também não registrava ferimento aparente.

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Desmatamento dispara na Amazônia em maio.



O Ministério do Meio Ambiente deve anunciar daqui a pouco que o desmatamento voltou a avançar fortemente na Amazônia no mês de maio. O site do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) que traz os dados do sistema Deter mostra que a perda da floresta foi de 464,96 km² no mês, contra 98,85 km² em maio do ano passado, um aumento de quase cinco vezes.
No acumulado desde agosto do ano passado, mês em que se inicia o calendário de cálculo anual de desmatamento, foram perdidos 2337,79 km², contra 1729,89 km² no período de agosto de 2011 a maio de 2012. O levantamento mensal do Deter funciona como um sistema de alerta para a fiscalização e capta somente desmatamentos superiores a 25 hectares
É um revés em um movimento que vem ocorrendo nos últimos anos de queda contínua da taxa de desmatamento – a principal política ambiental do governo federal. Os dados fechados do ano anterior, por exemplo, mostraram que o desmatamento de agosto de 2011 a julho de 2012 foi o menor da história do monitoramento – caiu 29% em relação ao período anterior, chegando a 4.571 km².
Tradicionalmente, é nos meses de seca, normalmente a partir de abril, que a motosserra canta mais alto. Mas nos últimos tempos os desmatadores têm mudado a tática e derrubado a mata mesmo no período de chuva. Apesar de mais complicado logisticamente, eles têm a vantagem de ficar “protegidos” pelas nuvens, que dificultam a visualização do monitoramento por satélite que faz os alertas, e pelas chuvas, que atrasam a chegada de Ibama e polícia ambiental.
Portanto, os dados agora de maio podem ser um pouco mais inflados porque estão deixando à mostra o que aconteceu na região na época da chuva. Mas refletem um alerta que ambientalistas vêm fazendo há algum tempo: de que, apesar dos ganhos obtidos nos últimos anos, o desmatamento não está contido.
Em meados do mês passado, o instituto de pesquisa Imazon, sediado em Belém, e que faz um monitoramento paralelo da perda florestal na Amazônia, também tinha mostrado essa tendência. Na ocasião, Adalberto Veríssimo, pesquisador sênior da ONG, comentou que o maior gargalo no momento é o chamado desmatamento especulativo, principalmente nas regiões do oeste do Pará e sudeste do Amazonas.
“É gente que derruba com a expectativa de que uma hora vai conseguir regularizar a terra e vendê-la”, diz. “Praticamente, não se vê mais o desmate de quem está na cadeia produtiva e quer aumentar sua área para plantar ou pôr gado. Nesses casos, os mecanismos de comando e controle do governo têm funcionado. Mas o governo vai ter de mudar a estratégia, talvez deixar claro que essas áreas desmatadas para especulação não vão nunca ser regularizadas. Aí cria um prejuízo e pode ser que a prática estanque”, disse ele no mês passado.
Ele alertou também que se esse ritmo se mantiver nos meses de junho e julho, tradicionalmente os de maior avanço do corte raso, por ser período de seca, o desmatamento total pode passar de 6 mil km². Segundo ele, esses dois meses costumam representar 30% do total.

Peixe recém-descoberto está ameaçado em Botucatu. Catalogada pela primeira vez há dois anos, nova espécie de cascudo corre risco de extinção pela presença humana em seu habitat.

SOROCABA - Uma nova espécie de cascudo descoberta em Botucatu, interior de São Paulo, está ameaçada de extinção por causa do turismo. O local de ocorrência do peixe, o córrego Águas de Madalena, afluente do rio Pardo, é muito frequentado por moradores da região por causa de suas cachoeiras. O cascudo foi catalogado pela primeira vez há dois anos pelo pesquisador Fábio Roxo, do Instituto de Biociências da Universidade Estadual Paulista, campus de Botucatu. Em homenagem à cidade, a espécie foi batizada de 'Neoplecostomus botucatu'.
O rio Pardo, que recebe as águas do córrego, é tributário da Bacia do Paranapanema. Em Botucatu, esses rios são muito procurados para lazer, pela ocorrência de belas cachoeiras, como a cascata Véu da Noiva. O próprio autor da descoberta alertou para o risco de desaparecimento do cascudo. "Como esse córrego é um local de recreação da população da cidade, o peixe está sujeito à poluição e à destruição de seu habitat pela interferência humana." Esse cascudo habita cursos d'água de correnteza forte, ficando embaixo de pedras soltas ou lajes de pedra em cachoeira. Seu tamanho varia de 7,8 a 10 centímetros.
Roxo descobriu também uma nova espécie de cascudo - a Hisonotus bocaiúva - há três anos em rios tributários da Bacia do São Francisco, em Bocaiúva (MG). A principal característica desse peixe é o seu tamanho diminuto - apenas dois centímetros de comprimento.
                                               Turismo em cachoeiras é a maior ameaça á espécie

Fóssil de jabuti de 8 milhões de anos é apresentado por universidade do Acre.

As comemorações dos 30 anos de atividades do Laboratório de Pesquisas Paleontológicas (LPP) da Universidade Federal do Acre (Ufac) começaram nessa terça-feira, 16, com a apresentação da sua nova estrela da coleção fóssil: um jabuti gigante, medindo aproximadamente 1,65 metro de comprimento, 90 centímetros de largura de carapaça e um metro de altura. O gigantesco animal, pertencente ao gênero Chelonoidis, viveu durante o período chamado "Mioceno Superior", há cerca de oito milhões de anos. Seus fragmentos fósseis foram coletados em 1995, no Alto Rio Acre, em área do município de Assis Brasil, e montados nos últimos anos, com auxílio de elementos artificiais que representam as patas e a cabeça do jabuti.


"Possivelmente, esses jabutis gigantes, cujo hábitat foi a América do Sul, tenham sido os ancestrais diretos dos animais da mesma espécie, também de grandes dimensões, mas não tanto, que hoje podem ser encontrados apenas nas Ilhas Galápagos", explicou o professor Edson Guilherme, doutor em Zoologia pela Universidade Federal do Pará (UFPA) e membro da equipe do LPP.
"Possivelmente, esses jabutis gigantes, cujo hábitat foi a América do Sul, tenham sido os ancestrais diretos dos animais da mesma espécie, também de grandes dimensões, mas não tanto, que hoje podem ser encontrados apenas nas Ilhas Galápagos", explicou o professor Edson Guilherme, doutor em Zoologia pela Universidade Federal do Pará (UFPA) e membro da equipe do LPP.
Para Guilherme, "esta descoberta é muito importante, porque nos ajuda a entender como era a vida na região amazônica no passado e mostra, de certa forma, que foram da América do Sul que saíram os primeiros jabutis gigantes que colonizaram as ilhas remotas do Oceano Pacífico". http://www.estadao.com.br/noticias/geral,fossil-de-jabuti-de-8-milhoes-de-anos-e-apresentado-por-universidade-do-acre,1021747,0.htm

Usar celular ou tablet à noite pode prejudicar o sono. Análise de especialista de Harvard alerta que luz emitida por esses dispositivos é especialmente danosa à indução natural da sonolência.




Más notícias para os fãs de Angry Birds, Candy Crush Saga, viciados em Facebook e outras formas de entretenimento digital. Passar muito tempo olhando para a tela de seu smartphone ou tablet durante a noite pode prejudicar o sono e, consequentemente, a sua saúde. O alerta é do especialista Charles Czeisler, da Faculdade de Medicina de Harvard, em um artigo publicado na edição de hoje da revista inglesa Nature.
O tipo de luz emitida por esses dispositivos, segundo Czeisler, é especialmente prejudicial à indução natural do sono, associada aos chamados ciclos circadianos. E em um mundo em que as pessoas já dormem tradicionalmente pouco - e mal -, isso pode ser um problema sério para a saúde. Várias pesquisas publicadas nos últimos anos revelam uma forte ligação entre privação de sono e a ocorrência de doenças como obesidade, diabete, problemas cardiovasculares, enfraquecimento do sistema imunológico e até câncer.
"O sono é essencial para a nossa saúde física e mental. Por isso, é vital que aprendamos mais sobre o impacto do consumo de luz e outras formas pelas quais nosso 'modo de vida 24 horas' afeta o sono, os ritmos circadianos e a saúde", afirma Czeisler.
O "relógio biológico" do organismo é naturalmente controlado pela exposição à luz. Quando a única fonte de luz era o Sol, esse controle era simples: ou era dia ou era noite. Desde que a luz elétrica foi inventada, porém, criou-se uma área cinzenta - ou de penumbra - cada vez maior entre esses dois períodos, que desregula toda a fisiologia do organismo associada aos estados de alerta e sono.
"A exposição à luminosidade no período da noite interfere na liberação de melatonina, que é o hormônio que faz a gente ter vontade de dormir", diz a neurologista Anna Karla Smith, do Instituto do Sono da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Segundo ela, há sensores na retina dos olhos que, quando expostos à luz, bloqueiam a liberação do hormônio.
"O resultado é que muita gente continua checando e-mails, fazendo lição de casa ou vendo TV até tarde sem nem se dar conta de que já está no meio da noite", diz Czeisler na Nature.
O fator complicador dos tablets, smartphones, laptops e outros gadgets luminosos, segundo ele, é que a luz do tipo LED usada para iluminar suas telas é rica em radiação azul (de menor comprimento de onda), que interfere muito mais nos ciclos circadianos do que a radiação vermelha ou laranja (de maior comprimento de onda), que prevalece nas lâmpadas incandescentes e na luz natural do entardecer - que inicia a liberação de melatonina.
O período mínimo de sono recomendado pelos médicos é de sete a nove horas por dia. Nos Estados Unidos, porém, cerca de 30% das pessoas empregadas dormem menos do que seis horas, segundo dados dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA, citados pela Nature.
Na cidade de São Paulo, a população dorme em média seis horas e meia por dia, segundo pesquisa realizada em 2007 pelo Instituto do Sono da Unifesp (a mais recente disponível). Quase 80% dos paulistanos sofrem de algum distúrbio do sono e mais de 45% têm dificuldade para dormir.
Diferença. Para a publicitária Nicole Bichueti, de 31 anos, a impressão é de que o tablet causa mais insônia do que o smartphones. "Em casa, uso para ler textos extensos, mas evito fazer isso antes de dormir, pois me tira o sono", afirma. "Já com o celular, no qual acesso as redes sociais, costumo ficar até antes de dormir e sinto pouca diferença."
Ela afirma, porém, que quando precisa de boas horas de sono deixa o celular de lado. "Se estou cansada e preciso realmente dormir, nem olho o telefone para não cair em tentação."

terça-feira, 9 de julho de 2013

Vazam imagens de tablet cancelado da Nokia Protótipo do tablet vazou em site sul-coreano. Aparelho teria sido cancelado para dar lugar a outro com Windows 8.1.



Desde que a Nokia e a Microsoft firmaram os acordos que levaram o Windows Phone 8 aos aparelhos Lumia, todos esperam que um tablet produzido pela companhia finlandesa surja com o sistema operacional da sua nova parceira.
Muitas notícias a esse respeito surgiram no último ano, bastando dar uma rápida procurada aqui mesmo no Tecmundo.
E a postagem de um usuário em um fórum de video games sul-coreano trouxe finalmente algumas imagens do que seria um protótipo deste aparelho. O problema, segundo apurou o The Verge, é que tal versão do tablet teria sido cancelada.
Na verdade a ideia continuaria sendo trabalhada, mas a primeira versão, com Windows RT, teria sido deixada de lado pela Nokia, tudo para favorecer o trabalho com o Windows 8 completo – provavelmente já com a versão 8.1 do sistema operacional da Microsoft.
Falando um pouco do protótipo vazado na internet, segundo o WP Central, ele se mostra um tablet de tamanho razoável, trazendo um display com cerca de 10 polegadas. Com um codinome bem sugestivo, “Nvidia P1001”, o portátil viria com um processador Tegra 3 e contaria com  2 GB de memória RAM e saídas HDMI e USB 3.0.

Droid Ultra: vazam especificações do próximo flagship da Motorola. Aparelho terá tela de 5 polegadas e também deve contar com o processador mais poderoso da Qualcomm.

Novas informações de fontes ligadas à Motorola Mobility afirmam que o próximo flagship — o aparelho top de linha, como também pode ser chamado — deve ser mesmo o Droid Ultra. Pouco se sabia sobre o aparelho até agora, mas novos detalhes vazaram e parecem ser reais. E os principais deles dizem respeito às configurações de hardware que estarão presentes no smartphone.
As principais características são a tela e o processador que devem estar presentes no dispositivo. Espera-se que ele chegue ao mercado com uma tela de 5 polegadas e resolução Full HD (1080p), o que seria muito importante para que ele possa competir com os principais aparelhos que estão atualmente na liderança do mercado — como o Samsung Galaxy S4 e o Sony Xperia ZQ.
Quanto ao processador, teremos nada menos do que o atual chip mais rápido da Qualcomm: o Snapdragon 800. Tendo esses dois atributos como os principais fatores que devem levar o Motorola Droid Ultra ao sucesso no mercado, espera-se que ele consiga bons números em todo o mundo. Espera-se que novos detalhes sejam revelados em um evento programado para o próximo dia 11.http://www.tecmundo.com.br/motorola/41784-droid-ultra-vazam-especificacoes-do-proximo-flagship-da-motorola.htm

domingo, 7 de julho de 2013

Brasileiro quer TVs maiores e ‘smart’. Cresce a procura por televisores com acesso à internet, telas com mais de 46 polegadas e melhor qualidade de imagem

SÃO PAULO – O aparelho de televisão ideal do brasileiro é grande, conectado à internet e com tela de alta definição. É o que apontam representantes do mercado com quem o Link conversou. Os números sustentam as afirmações: vende-se cada vez mais telas acima de 46 polegadas e televisores que acessam a internet. Tecnologias LED e Full HD já são praticamente padrão.


Conhecidas como smart TVs, ou TVs conectadas, os televisores com acesso à internet usam a rede Wi-Fi da casa e levam um pouco da experiência da internet para a tela grande, por meio de aplicativos de serviços de internet (como o YouTube ou Netflix) ou por um navegador.

“O consumidor quer deixar de ser passivo”, diz Luciano Bottura, gerente de comunicação e marketing da Sony Brasil. “A TV conectada traz mais conteúdo e entretenimento.”
A praticidade é sentida pelos consumidores que adotaram o formato. O economista Rodrigo Saback, que tem uma TV com acesso à internet, diz que a compra “valeu muito a pena”, apesar de uma dificuldade inicial para configurar o Wi-Fi. “Precisei de algumas visitas da assistência técnica para resolver”, diz Saback. “Hoje gosto da possibilidade de baixar aplicativos diretamente nela e a praticidade de acessar tudo de maneira rápida, inclusive arquivos em meu computador, sem a necessidade de cabos.”
Esse tipo de televisão está ampliando a participação tanto nas ofertas das empresas quanto nas vendas no varejo. “Nossa participação de televisores ‘smart’ mais do que dobrou em dois anos”, diz Julio César Trajano Rodrigues, diretor comercial da rede Magazine Luiza.
“Um dia, todas as TVs serão conectadas”, diz André Sakuma, gerente de produto para a área de TV da Samsung, que deve ter um aumento de 30% nas vendas desse tipo de televisor. A LG estima que 70% dos seus modelos à venda em 2013 terão acesso à internet, segundo Fernanda Summa, gerente de marketing de entretenimento doméstico da empresa.
Avaliações independentes confirmam o avanço. A consultoria GFK diz que o número de TVs conectadas vendidas em maio deste ano é 25,3% maior que no mesmo mês em 2012. Uma pesquisa de fevereiro da CVA Solutions revela que 85% dos brasileiros querem uma TV desse tipo na próxima compra.
“Há uma combinação de disponibilidade maior de modelos com interesse do consumidor. O uso das mídias sociais, a quantidade de aplicativos que vêm nessas TVs estimulam muito esse mercado”, diz Alex Ivanov, diretor de negócios responsável pela área de consumo eletrônico da GFK.
A possibilidade de conseguir comprar uma TV do tipo é maior hoje. Há modelos de 32 polegadas que custam em torno de R$ 1.200. Entre modelos maiores, há muitas opções na faixa dos R$ 2.000.
Imagem. A procura por aparelhos cada vez maiores é a outra grande tendência apontada por todos os entrevistados peloLink. No tempo da TV de tubo, até os anos 1990, a televisão de 29 polegadas era referência de tela grande. Com o advento das telas planas, primeiro plasma, depois LCD e LED, o padrão de 42 polegadas foi considerado imponente por bastante tempo pelo consumidor.
Agora, o significado de “grande” é ter pelo menos 46 polegadas. Segundo dados da Sony, o mercado de telas com este tamanho ou mais deve crescer 50% em 2013, enquanto que para a empresa o número chega a 80%. Dos sete novos tamanhos de tela lançados pela Sony este ano, quatro são de 46 polegadas para cima (47, 50, 60 e 70).
Os limites de tamanho das telas grandes continuam sendo expandidos. LG e Sony têm hoje as maiores TVs do Brasil, a LM9600 e a XBR-84X905, ambas com 84 polegadas (mais informações nesta página). A Samsung, cujo maior modelo no País é de 75 polegadas (ES 9000), lançará uma TV de 85 polegadas no segundo semestre.
Eventos esportivos como a Copa das Confederações, a Copa do Mundo de 2014 e a Olimpíada de 2016 impulsionam a procura por telas maiores, na avaliação dos entrevistados. Na outra ponta, as telas menores têm perdido espaço. Ivanov, da GFK, diz que as telas de até 32 polegadas tinham 43% do mercado em 2012. Hoje, representam apenas um terço.
As tecnologias que fazem as telas terem cada vez mais nitidez também evoluíram. A última palavra de qualidade de imagem é o chamado 4K ou Ultra HD, que permite uma resolução horizontal e vertical duas vezes maior do a de alta definição (Full HD). Os televisores da LG e da Sony de 84 polegadas são os primeiros modelos 4K a chegar ao Brasil. Ambos foram lançados no fim de 2012. A Samsung promete TVs 4K para este semestre, enquanto LG e Sony devem lançar mais modelos com a tecnologia.

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Explosão solar.












Para mim, o dia de 7 de junho deste ano foi como qualquer outro. A não ser pela baixa temperatura. Disso, certamente, me lembro.
Se nesta data você percebeu algo de anormal, a culpa pode ter sido do maior astro do nosso Sistema Solar: o Sol. Na madrugada de 7 de junho, às 2h41 – para ser mais exata – o Solar Dynamics Observatory (SDO), da NASA, registrou uma rara explosão solar.

A violenta reação liberou partículas que viajaram a 1400 km/s espaço afora, além de criar uma enorme nuvem de plasma.
O evento, considerado espetacular por especialistas, pode ser conferido no vídeo abaixo produzido pelo Goddard Space Flight Center, também da agência espacial americana.

Vida de inseto.










 Não sou muito fã de insetos. No entanto, confesso que alguns chamam a minha atenção por sua beleza e outras peculiaridades – a ponto de ter um tatuado em meu pé (libélula).
Passeando pela seção de links do meu próprio blog, descobri que tenho na lista um site muito interessante (com certeza há mais). Trata-se do Insects.org.

A página tem por objetivo mudar a forma como muitas pessoas olham para essas pequenas criaturas, destacando sua importância para os ecossistemas terrestres.

Ao abrir a página principal, já dá vontade de conhecer o resto. O visual é super descontraído (imita um mural de cortiça), com uma seção didática, e outras duas com informações sobre essas espécies e artigos que visam facilitar o entendimento sobre esse pequeno universo.

fonte:http://etudociencia.com/2011/08/25/vida-de-inseto/

domingo, 28 de outubro de 2012

O comportamento do maior predador dos oceanos.

 De todos os animais do planeta, o tubarão branco é o maior predador dos oceanos, com um peso de quase 2 toneladas e até oito metros de comprimento. Sua dimensão é equivalente à da orca.
O tubarão branco é muito individualista e instável, mudando de comportamento a toda hora. Uma das armas mais poderosas são centenas de sensores elétricos dispostos na parte frontal do corpo, com os quais capta até as batidas cardíacas de um outro animal à distância. Então pelo ritmo das pulsações, ele avalia se a vítima potencial está assustada ou tensa, situação em que pode ser dominada mais facilmente. O seu
bote é uma cena única. O Tubarão Branco é capaz de projetar a boca para fora da face, aumentando o tamanho da mordida para perto de um metro e meio, quase o suficiente para engolir um homem em pé.


O alimento dos tubarões brancos e sua caça.

Ao contrário do que mostra o filme Tubarão, o tubarão branco não caça gente para comer. Ele gosta mesmo é de gordura, que é abundante nas focas, leões e elefantes marinhos e escassa nos seres humanos. É possível que o tubarão branco, muitas vezes, se engane ao ver surfistas deitados na prancha, remando com as mãos. Vistos do leito do mar, por onde o caçador avança, eles ficam parecidos com leões marinhos. Mas, no Brasil não é o tubarão branco que está atacando os surfistas. Ele também é muito curioso, e às vezes morde para satisfazer a curiosidade. Como não tem mãos, apalpa com os dentes.
O alimento dos tubarões brancos são as focas, leões e elefantes marinhos.
Clique
aqui para saber como o Tubarão Branco caça.




O tubarão branco no livro vermelho de espécies em risco de extinção.

Apesar de seu tamanho, força e ferocidade, o tubarão branco está ameaçado. No ano passado, uma das mais importantes organizações ambientalistasdo mundo, colocou o tubarão branco no livro vermelho de espécies em risco de extinção. Esta medida foi tomada por 3 motivos:
1 - O tubarão branco é naturalmente raro, gerando apenas um ou dois filhotes por vez;
2 - Tem uma das mais baixas taxas de procriação entre os peixes;
3 - É perseguido tanto por aqueles que se orgulham de enfrentar um animal perigoso, com por aqueles que o temem.
Tubarão branco: o ápice da cadeia alimentar.
A despeito de toda a sua ferocidade, o tubarão branco precisa ser protegido, como ele é o principal predador dos oceanos, ele acaba sendo o ápice da cadeia alimentar, influenciando todos os níveis inferiores. Antes de mais nada, controla a população de focas e leões marinhos, suas presas favoritas. Se ele desaparecer, as populações desses animais tendem a crescer e a consumir mais peixes. Logo, o número de peixes tende a cair. A reação em cadeia, pelo menos em princípio, pode chegar às algas do plâncton, minúsculos organismos que, em quantidade imensa, produzem a maior parte do oxigênio da atmosfera. Os desequilíbrios decorrentes daí são imprevisíveis. Sem o tubarão branco, os oceanos estarão doentes.

O sexto sentido do tubarão branco

A ciência ainda sabe muito pouco sobre esse formidável organismo, tão bem adaptado que quase não se alterou nos últimos 60 milhões de anos. Os pesquisadores ficam especialmente impressionados com o seu sexto sentido, a chamada eletrorrecepção, por meio da qual detecta minúsculos campos elétricos gerados pelo organismo dos outros animais. Eles podem sentir um campo elétrico até 20.000 vezes menores que 1 volt, equivalente ao da batida do coração de um peixe. Outro orgão sensorial muito importante é o olfato, capaz de perceber uma gota de sangue numa piscina.



Um peixe de águas tropicais e sua ausência nas águas do sul do Brasil

O tubarão branco é um peixe de águas tropicais, pois gosta do frio. Os cientistas têm verificado nos últimos anos que ele circula principalmente em regiões próximas das correntes frias e temperadas do planeta. A partir daí, nada para as áreas de procriação das focas e leões marinhos, que se situam em águas rasas, perto das praias de clima temperado e semitropical. São os campos de caça do tubarão branco.
O resto do oceano continua sendo uma incógnita. Ninguém sabe por exemplo, onde o tubarão branco se acasala e quais são os seus hábitos de procriação.
Uma questão curiosa a esse respeito, é a ausência do bicho nas águas ao sul do Brasil e na Patagônia, onde existem correntes frias e grandes concentrações de focas e leões marinhos. Talvez seja por respeito a outro grande predador, a baleia orca, muito comum na região da Patagônia. Se ficar confirmado essa hipótese, significa que os dois gigantes fazem uma divisão de território, pois dividem o mesmo alimento.






Oi deve lançar 4G em São Paulo no 1o tri de 2013.









 A Oi lançará serviços de telefonia móvel de quarta geração (4G) para o Estado de São Paulo no primeiro trimestre de 2013, e mantém a estimativa de disponibilizar a tecnologia para o Rio de Janeiro até o final deste ano, disse o presidente da empresa nesta sexta-feira.
"Já estamos com o 4G em processo de contratação... (com) o desenho do plano para implantação. A gente deve estar lançando aqui em São Paulo no primeiro trimestre do ano que vem", disse Francisco Valim em coletiva de imprensa após cerimônia de inauguração do novo prédio da Oi na capital paulista.
O lançamento do serviço em São Paulo deve ocorrer mais para o fim do primeiro trimestre de 2013, segundo ele, que está finalizando as negociações com parceiros tecnológicos para disponibilizar o serviço no Estado.
O cronograma para São Paulo é pouco adiantado frente ao prazo oficial --abril de 2013-- estabelecido pelo governo no edital das radiofrequências para 4G para início da cobertura em sedes da Copa das Confederações, das quais São Paulo não faz parte.
A quarta maior operadora móvel do Brasil anunciou neste mês que fechou contratos com Ericsson, Nokia Siemens e Alcatel-Lucent para fornecimento de equipamentos para a rede 4G, em um projeto de 1 bilhão de reais até o fim de 2015.
A Oi não considera que será necessária a instalação de novas torres no país neste primeiro momento de implantação da capacidade 4G a fim de atender o estabelecido pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) até abril do ano que vem.
"Nesse primeiro momento, a gente não está planejando novas torres", disse, ao acrescentar que o compartilhamento de capacidade de torres existentes entre operadoras pode até aumentar.
A Oi já compartilha cerca de 30 por cento de suas torres com outras operadoras, segundo ele. "Acho que o mais provável é a partir de 2014", disse ao acrescentar que, com a cobertura de novos locais, surge a necessidade de implantar novas torres.
"O 4G vai requerer um número gigante de torres, mas não nessa primeira etapa", disse ele, que estima que no futuro o 4G significará na instalação de cerca de mais 10 mil torres no mercado brasileiro como um todo.
A Oi tem cerca de 6 mil torres para atendimento ao serviço móvel e outras 8 mil preferencialmente para atender os serviços fixos.
Valim disse que a avaliação sobre venda de alguns ativos sempre é feita, mas não tem nenhuma programação para fazê-lo. Ele ressaltou que a venda de imóveis já aprovada em reunião do conselho, mas ainda não foi efetivada.
A Oi inaugurou nesta sexta-feira o novo prédio administrativo da empresa em São Paulo, que é alugado. O estado responde por 10 por cento da receita líquida total da empresa e por 20 por cento da receita no segmento móvel.

A operadora tem 9 milhões de clientes no Estado.

fonte:http://www.estadao.com.br/noticias/geral,oi-deve-lancar-4g-em-sao-paulo-no-1o-tri-de-2013,951320,0.htm.

sábado, 27 de outubro de 2012

Astrônomos criam o maior catálogo existente do centro da Via Láctea.














 Utilizando uma imagem de vários gigapixels, feita pelo telescópio de rastreio infravermelho Visible and Infrared Survey Telescope for Astronomy (Vista), localizado no Observatório do Paranal do Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês), uma equipe internacional de astrônomos criou um catálogo de mais de 84 milhões de estrelas situadas nas partes centrais da Via Láctea. Esta base de dados contém dez vezes mais estrelas que estudos anteriores e, segundo o órgão, representa um enorme passo em frente na compreensão da nossa galáxia.
A maioria das galáxias espirais, incluindo a Via Láctea, possui uma grande concentração de estrelas velhas que rodeiam o centro, zona a que os astrônomos chamam de bojo. Compreender a formação e evolução do bojo da Via Láctea é vital para compreender a galáxia como um todo. No entanto, obter observações detalhadas desta região não é tarefa fácil.
"Ao observar em detalhe as miríadas de estrelas que circundam o centro da Via Láctea, podemos aprender mais sobre a formação e evolução, não só da nossa galáxia, mas também das galáxias espirais duma maneira geral," explica Roberto Saito (Pontificia Universidad Católica de Chile, Universidad de Valparaíso e The Milky Way Millennium Nucleus, Chile), autor principal do estudo.
"Observar o bojo da Via Láctea é muito difícil porque este se encontra obscurecido por poeira," diz Dante Minniti (Pontificia Universidad Catolica de Chile), coautor do estudo. "Para espreitar para o coração da galáxia, temos que observar no infravermelho, radiação que é menos afetada pela poeira."
O espelho, grande campo de visão e detectores infravermelhos sensíveis do telescópio Vista, que tem 4,1 m, facilitam o estudo. A equipe de astrônomos utiliza dados do programa Variáveis Vista na Via Láctea (VVV) 1, um dos seis rastreios públicos levados a cabo pelo Vista. Os dados foram usados para criar uma imagem a cores de 54 mil por 40,5 mil pixels, o que corresponde a um total de 2 bilhões de pixels. Esta é a maior imagem astronômica já feita. A equipe utilizou estes dados para compilar o maior catálogo até hoje da concentração central de estrelas na Via Láctea.
Para ajudar a analisar o catálogo, é calculado o brilho de cada estrela em função da cor, para as cerca de 84 milhões de estrelas, de modo a criar um diagrama cor-magnitude. Esta é a primeira vez que um gráfico como esse é calculado para todo o bojo. Os diagramas cor-magnitude são ferramentas indispensáveis utilizadas pelos astrônomos para estudar as diferentes propriedades físicas das estrelas, tais como temperaturas, massas e idades.
"Cada estrela ocupa um lugar particular no diagrama em cada momento da sua vida. Este lugar depende de quão brilhante e quente é. Uma vez que estes novos dados nos dão uma fotografia instantânea de todas as estrelas de uma só vez, conseguimos fazer um censo de todas as estrelas nesta zona da Via Láctea," explica Dante Minniti.
O novo diagrama cor-magnitude do bojo contém imensa informação sobre a estrutura e o conteúdo da Via Láctea. Um resultado interessante revelado por estes novos dados é a existência de um grande número de estrelas anãs vermelhas de fraca luminosidade. Estas estrelas são boas candidatas à procura de pequenos exoplanetas na sua órbita, pelo método de trânsito.
"Uma das outras coisas fantásticas acerca do rastreio VVV é que se trata de um dos rastreios públicos do Vista do ESO, o que significa que estamos a tornar públicos todos os dados através do arquivo de dados do ESO. Esperamos, por isso, que saiam daqui muitos outros resultados interessantes," conclui Roberto Saito.

fonte:http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI6251465-EI301,00-Astronomos+criam+o+maior+catalogo+existente+do+centro+da+Via+Lactea.html.

'Vaporizou tudo', diz homem que registrou tornado de fogo.














 Testemunha de um raro fenômeno da natureza, o australiano Chris Tangey diz ter ficado espantado ao ver um tornado de fogo no outback - a seca região que cobre boa parte do país. "Ele vaporizou completamente toda a vegetação, incluindo a grama, arbustos e árvores", comenta sobre o estrago causado. Felizmente, não foi registrado nenhum dano grave.
Tangey, chefe de uma produtora de filmes e vídeos, buscava uma locação e ajudava alguns trabalhadores quando um deles chamou a atenção quandou ma coluna de fogo apareceu a cerca de 300 m deles. "Era obviamente um vórtex criado pelo fogo, mas eu fiquei aturdido ao ver o tamanho dele, cerca de 30 m de altura e fazia um som como de um jato de guerra."
O tornado é na verdade uma coluna de ar quente que entra em contato com fogo no chão - ou dá início à chama. "O único pensamento que veio à minha mente foi gravar e checar se a luz vermelha estava no visor. Eu não vou conseguir essa cena de novo em 10 vidas."
Questionado se pretende usar a gravação em algum trabalho, ele diz que existe a possibilidade. "Estou pensando em colocar em um vídeo de um amigo meu, Steve Grace, que é um cantor gospel muito talentoso. Como teve uma proporção bíblica, eu acho que seria apropriado."

fonte:http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI6161497-EI238,00-Vaporizou+tudo+diz+homem+que+registrou+tornado+de+fogo.html.

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Apple: novo MacBook Pro já é vendido no País por R$ 7 mil.












 O novo MacBook Pro de 13 polegadas com tela Retina anunciado pela Apple nesta terça-feira já está à venda na loja online da companhia no Brasil. O computador chega a partir de R$ 7 mil na versão mais simples com armazenamento de 128 GB e por R$ 8,3 mil na versão de 256 GB.
O aparelho lançado nesta terça-feira tem processador Intel Core i5 ou i7 e memória RAM de 8GB. O preço, porém, pode chegar a R$ 12.250, se o consumidor optar por uma configuração mais potente. O aparelho equipado com Intel Core i7 dual core de 2,9 GHz e armazenamento flash de 768 GB é o modelo mais caro. O prazo de entrega do novo MacBook é de duas a três semanas.
Já os novos iMac de 21,5 polegadas começam a ser vendidos em novembro. O modelo mais barato chega a partir de R$ 6,2 mil, com Intel Core i5 quad-core de 2,7GHz, memória RAM de 8GB e disco rígido de 1 TB. A versão mais cara, com tela de 27 polegadas, chega em dezembro por R$ 9,4 mil. Ele é equipado com Intel Core i5 quad-core de 3,2GHz, memória RAM de 8GB e disco rígido de 1 TB.
O Mac mini ainda não está disponível no site da Apple para encomenda, mas já tem preço definido a partir de 2,5 mil. Ele é equipado com processador Intel Core i5 dual core de 2,5GHz, 4 GB de memória e disco rígido de 500 GB.

fonte:http://tecnologia.terra.com.br/noticias/0,,OI6249311-EI15607,00-Apple+novo+MacBook+Pro+ja+e+vendido+no+Pais+por+R+mil.html.