segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Halloween: Histórias de vampiros, lobisomens e zumbis



Em comemoração do dia, ficam aqui as nossas histórias relativamente à temática. Uma seleção de artigos a contar a história dos vampiros, dos lobisomens e dos zumbis, os monstros por excelência da data.


A sede do público por vampiros parece infinita como a sede dos vampiros de sangue. Escritores modernos de ficção, incluindo Stephenie Meyer, Anne Rice, Stephen King e muitos outros, têm uma rica veia de vampiros de onde retiram histórias. Mas de onde vêm os vampiros? ....



Lobisomens (literalmente "homens-lobo") são criaturas hibridas entre humano e lobo com uma velocidade, força, reflexos e sentidos incomuns. Os homem monstro têm uma história longa e rica...


De "World War Z" para "The Walking Dead" e "Shaun of the Dead", inúmeras rip-offs sobre morte cerebral e zumbis - cadáveres re-animados com um desejo incontrolável por carne humana, especialmente cérebros - invadiram a cultura pop como nunca antes....


O ser humano tem um enorme impacto no mundo. Mas o que aconteceria se todos os seres humanos desaparecessem do planeta?


O último episódio de AsapSCIENCE responde a essa pergunta. Como você pode imaginar, um dos maiores impactos seria nas outras espécies de animais no planeta.

Em algumas centenas de anos, os animais que ainda não estivessem dizimados começariam a se recuperar, embora com habitats alterados, e as plantas e árvores começariam a tomar conta das nossas cidades.

Mas nem tudo seriam boas notícias para a vida selvagem - em poucas semanas os nossos queridos animais de estimação e os 1,5 bilhões de vacas, quase um bilhão de suínos e 20 bilhões de galinhas que temos em cativeiro iriam tentar cuidar de si mesmos.

Infelizmente, muitos desses animais não iriam conseguir salvar-se devido à reprodução seletiva que os deixou mal adaptados para a vida selvagem. Os piolhos e as baratas também sofreriam, uma vez que são tão dependentes de populações humanas.

Em apenas alguns séculos, as ruas se transformariam em rios, as construções de madeira seriam ou queimadas ou degradadas por cupins, e o aço iria começar a enferrujar e desmoronar. Mas o ser humano deixaria alguns traços duradouros na Terra e no espaço, mesmo depois de desaparecerem.

Descubra qual será o nosso legado mais duradouro no planeta, e o que os paleontólogos alienígenas iriam pensar de nós - sem dúvida a espécie mais invasiva da Terra - no ultimo episódio de AsapSCIENCE. Confira abaixo o vídeo.


Chimpanzés são capazes de cozinhar alimentos

Resultado de imagem para chimpanzé comendo

Pode parecer simples, mas a capacidade de cozinhar alimentos requer habilidades mentais surpreendentemente avançados, que aparentemente os chimpanzés possuem.

Cozinhar implica ser capaz de entender que se irá produzir algo diferente e, de forma mais importante, implica saber aguardar enquanto isso acontece. Uma nova pesquisa, publicada na revista Proceedings, sugere que os chimpanzés possuem essas habilidades intelectuais.

Numa série de experiências com chimpanzés selvagens, os pesquisadores demonstraram que os animais "têm as capacidades cognitivas críticas para cozinhar", afirma Felix Warneken da Universidade de Harvard, co-autor do estudo.

Tem sido demonstrado que muitos animais preferem alimentos cozinhados em vez dos crus, pois são mais suaves e, portanto, mais fáceis de digerir. Mas os cientistas queriam levar isso um passo adiante, e examinaram se os chimpanzés poderia esperar até que a batata-doce crua fosse cozinhada, e depois viram se eles realmente compreendiam a transformação, tendo-lhes coloque alimentos crus num "dispositivo de cozinhar" - Na verdade era uma tigela com um fundo falso para obter os alimentos cozinhados.

Trata-se de um teste sobre gratificação adiada. O chimpanzé pode comer a batata crua imediatamente ou colocá-lo no "forno" e aguardar alguns minutos até chegarem alimentos mais nutritivos e saborosos. Eles descobriram que os chimpanzés eram rapidamente capazes de entender que o dispositivo "cozinhava" a comida, e estavam dispostos a esperar para que isso acontecesse.

Os cientistas examinaram a capacidade dos chimpanzés para planear, fornecendo aos chimpanzés vários pedaços de alimentos crus em primeiro lugar, mas também dando-lhes a oportunidade de esperar que os pesquisadores cozinhasse e lhes proporcionassem a mesma quantidade de alimentos cozinhados.

De igual forma, os pesquisadores queriam também ver se os chimpanzés conseguiam transportar a batata crua de um lado da caixa para o outro, a fim de ser cozinhada. Este último teste, dizem os pesquisadores, foi particularmente difícil para os macacos.

"Eles muitas vezes tentavam carregar os alimentos com a sua boca, e quase acidentalmente comiam-nos ao longo do seu caminho, quase como 'oops' e eles não podiam sequer resistir, porque estavam a transportar a comida com a boca", afirmam os pesquisadores.

O pressuposto é que o homem primitivo conseguiu controlar o fogo e, em seguida, usou-o para cozinhar, mas os pesquisadores sugerem que isso pode realmente ter acontecido em sentido inverso: cozinhar pode ter dado às pessoas uma razão para controlar o fogo. 


Fonte:http://www.ciencia-online.net/2015/06/chimpanzes-sao-capazes-de-cozinhar.html

Análise: computador All-In-One Positivo Union US8565


mo alternativa aos bons e velhos desktops, a Positivo vem diversificando seus produtos com a adição de novos modelos All-In-One, que já trazem componentes mais recentes da Intel e uma série de facilidades para o consumidor.
A linha Union reúne tecnologia de ponta no hardware interno e design inovador na parte externa. A nova geração está ainda mais bonita e pretende substituir os antigos computadores, economizando espaço e oferecendo desempenho máximo para o dia a dia.
Nós recebemos uma unidade do Union US8565, que vem com tela de 23 polegadas, a quinta geração de processadores Intel e outros componentes modernos. Equipado já com o Windows 10, este computador visa oferecer comodidade e praticidade para o consumidor. Será que vale a pena? Vamos conferir.

Especificações

Design elegante

Quando recebemos o US8565, ficamos impressionados com o ótimo trabalho que a Positivo fez na parte visual do produto. O computador faz bonito frente aos concorrentes, graças às melhorias no projeto frontal, que aproveita muito bem o espaço, colocando display em harmonia com os elementos ao redor.
O desenho das curvas foi pensado para dar a sensação de modernidade, evitando aquele design ultrapassado que apostava em retas marcantes. A aposta em materiais reflexivos também vem a calhar, já que dá destaque ao produto e casa perfeitamente com a linha metálica na parte inferior do display.
Há poucos componentes na parte frontal. A Positivo colocou apenas botões de energia e brilho na parte de baixo, que ficam juntos ao LED de atividade, e a webcam acima da tela. Esse visual mais enxuto é perfeito para o dia a dia, já que mantém a praticidade e evita a inclusão de muitas funções pouco usadas.
Na parte traseira do computador, temos o suporte curvado, que garante firmeza ao posicionamento da tela e bom ângulo para o uso no cotidiano. Infelizmente, não há regulagens neste componente, o que significa que a tela fica sempre na mesma posição.
No geral, gostamos muito da construção do produto. A fabricante caprichou no acabamento, deixando todos os parafusos escondidos atrás da tela. É um computador muito leve, fino e bonito, que deve ficar perfeitamente instalado na sala, no escritório ou no seu quarto.

Computador quase completo

O Union US8565 vem com várias portas para ampliar a gama de dispositivos conectados. Na lateral esquerda, há uma porta USB 3.0 (a única do computador), uma porta USB 2.0, conexão RJ45, conector de energia e uma porta HDMI.
É válido mencionar que esta máquina vem com adaptador sem fio integrado, então a porta de rede é voltada para consumidores que ainda não têm roteadores compatíveis com WiFi. A conexão HDMI é interessante para casos em que a máquina fica próxima a uma tela maior, garantindo que mais pessoas possam visualizar o conteúdo.
Na parte de trás do All-In-One, a Positivo colocou mais quatro portas USB 2.0, garantindo que você possa conectar mouse e teclado e ainda ter mais quatro conexões para outros dispositivos.
Uma decisão que acreditamos ter sido mal pensada foi a inclusão dos conectores de áudio na traseira, já que isso dificulta o acesso no dia a dia. Certamente, tais itens deveriam ser instalados no painel lateral, pois tudo fica mais prático e rápido.
Outro ponto que vale mencionar aqui é a falta de uma unidade óptica. Ainda que esta tecnologia esteja caindo em desuso, ela é muito requisitada em computadores de mesa. Resultado: caso você queira reproduzir aquele vídeo do seu casamento ou instalar algum jogo que comprou em DVD, vai ter que usar uma unidade externa.

Display ideal para curtir filmes

Computadores do tipo All-In-One precisam aliar alto desempenho à qualidade de imagem superior no display. Pensando justamente nesta questão, a Positivo incluiu uma tela de 23,6 polegadas de alta definição no US8565. Além do tamanho avantajado, o visor apresenta qualidade excelente para o uso do sistema e a execução de jogos.
A tela é do tipo LCD e não tem qualquer proteção na frente. A parte boa é que não há qualquer tipo de reflexo, mesmo em ambientes com iluminação excessiva. A parte ruim é que ela está suscetível a possíveis danos, mas é claro que um mínimo de cuidado já deve garantir o bom funcionamento do produto.
O display apresenta equilíbrio entre brilho e contraste. As cores são vivas, de modo que a tela é perfeita para reprodução de fotos, filmes e games. Com taxa de atualização de 60 Hz, este item evita o cansaço da visão e oferece bom desempenho para quase todas as tarefas.
Apesar dos bons resultados, ficamos preocupados com a falta de um botão dedicado ao desligamento da tela. É possível configurar o Windows para colocá-la em modo de espera após um determinado período, mas certamente um item para cortar a energia do display seria inteligente, já que ajudaria a economizar energia.

Teclado e mouse básicos

Nós gostamos muito da construção do US8565, mas não podemos dizer o mesmo dos periféricos que acompanham o produto. Para garantir um preço mais camarada, a Positivo incluiu mouse e teclados bem básicos.
Os materiais usados na construção desses dispositivos passam a sensação de fragilidade. O teclado até mostra ser mais resistente, mas o mouse é bem fajuto. Os cliques nos botões do periférico que controla o ponteiro denotam que esse é um item simples. As teclas do teclado também não ajudam muito, já que são duras, mas no geral elas são silenciosas.
O teclado conta com layout brasileiro do tipo ABNT2, mas há uma tecla (o ponto de interrogação) fora de posição, o que dificulta o trabalho para quem escreve diariamente. Ficamos um pouco incomodados também com a altura do teclado, o que inviabiliza o uso de apoios para os braços e pode causar cansaço.
Por se tratar de um modelo compacto, este dispositivo deixa o teclado numérico muito próximo das demais teclas, o que é estranho a princípio. Uma coisa bacana é que esse teclado já traz várias teclas de função, o que ajuda no controle das funções multimídia. Sinceramente, a Positivo poderia ter investido mais nesse quesito, enviando modelos com tecnologia wireless.

Performance na medida para o dia a dia

Finalmente, vamos falar do que muita gente leva em consideração na hora de comprar um computador. A configuração de hardware dessa máquina é mediana. No geral, acreditamos que seja uma combinação perfeita para o dia a dia, já que o desempenho oferecido não deixa a desejar nas principais tarefas com o Windows.
O processador Intel Core i5-5200U se mostra rápido o suficiente para a execução de aplicativos multimídia e dá conta de acompanhar o componente de vídeo em vários jogos. A quantidade de memória instalada é suficiente para quem costuma navegar na internet e produzir textos, mas não espere grandes resultados com aplicativos pesados.
O maior problema no hardware é o dispositivo de armazenamento que, de acordo com a própria Positivo, é do tipo SATA 2 — não é algo que atrapalha muito, mas é uma tecnologia já defasada. O principal impacto desse componente se dá justamente na inicialização do sistema. Em média, o Windows demora 17 segundos para carregar, mas há um longo tempo de espera na Área de trabalho até carregar todos os processos e aplicativos em segundo plano.
O chip gráfico aqui é o Intel HD Graphics 5500. O componente é suficiente para curtir vídeos em alta definição e jogos mais simples. A gente conseguiu rodar games como Counter Strike: Global Offensive, LEGO Marvel, DiRT 3, Portal 2, Diablo 3 e DotA 2. Vários títulos similares devem funcionar sem problemas, o que é ótimo. Para melhor desempenho, usamos gráficos em perfil baixo ou médio.
O sistema de refrigeração é silencioso, uma vez que fica posicionado atrás da máquina e conta apenas com uma ventoinha de tamanho reduzido. Durante nossos testes, o computador funcionou perfeitamente com temperaturas estáveis e picos máximos de 60 graus Celsius quando estava rodando jogos.

Áudio deixa a desejar

O Positivo Union US8565 conta com alto-falantes do tipo estéreo que ficam embutidos na parte de inferior da tela. A fabricante não informa a potência sonora dos componentes, mas, dada a limitação de espaço, temos certeza de que eles não chegam a fornecer 5 watts.
Isso não é um grande problema para quem pretende apenas curtir vídeos no YouTube ou jogar sem precisar de alto-falantes externos. Entretanto, não espere grande qualidade ou volume elevado, pois esses itens não oferecem boa equalização sonora e não são propícios para ambientes com muitos ruídos.
Em nossos testes, constatamos que os alto-falantes deste All-In-One deixam a desejar tanto nos graves quantos nos médios, ressaltando apenas os agudos, o que deixa o som bem estridente. Certamente, os usuários que pretendem curtir shows ou filmes vão precisar de um conjunto de áudio externo ou de headphones.

Vale a pena?

O Positivo Union US8565 é um computador bem completo que deve suprir as necessidades dos consumidores que buscam uma máquina pronta para tarefas multimídia, navegação e atividades de escritório. Com muitas conexões e tecnologias recentes, este Tudo-em-Um garante praticidade e facilidade para o usuário que não quer se preocupar com configurações complexas.
As especificações de hardware valem ser ressaltadas, já que estão acima do básico e propiciam desempenho de sobra em quase todas as situações. O único inconveniente é o HD, que não acompanha o restante da configuração. A possibilidade de executar até mesmo jogos com gráficos tridimensionais merece ser mencionada aqui, já que esta não é uma máquina dedicada para tal tarefa.
Apesar de ser um computador bem balanceado em performance e trazer um design atraente, ficamos decepcionados com o sistema de áudio, que é muito fraco. Os periféricos que vêm no pacote também não são de grande qualidade, algo que deve incomodar o usuário que vai trabalhar muito com editores de texto.
A proposta da Positivo é boa, mas levando em conta o valor de R$ 2.700, não acreditamos que vale tanto a pena a aquisição deste produto. O preço está quase 200 reais acima dos concorrentes (como o LG 24V550 e o HP 23-g200br), que geralmente trazem hardware similar e outros acessórios para incrementar a experiência do consumidor.
Sendo assim, recomendamos o produto caso você consiga algum preço mais camarada, algo que pode acontecer em breve, já que ele ainda está disponível em poucos locais — o que inviabiliza as variáveis de valores. No mais, parabéns para a Positivo, que fez um bom trabalho na parte de design e projeto deste All-In-One.

5 novas tecnologias que podem revolucionar o mundo em breve


O mundo está mudando rapidamente, e todos os anos novas tecnologias são apresentadas ao mercado e às nossas vidas. Muitas parecem ousadas demais, um tanto estranhas e verdadeiramente inovadoras – o fato é que é difícil acompanhar tudo o que é criado, já que avanços são feitos em diferentes áreas, que vão da medicina à agricultura.
Determinadas tecnologias são capazes de realmente transformar as nossas vidas, impactando milhões de pessoas e modificando o modo como nos relacionamos em sociedade. Hoje, vamos falar aqui sobre algumas dessas invenções e avanços que podem revolucionar o mundo que conhecemos muito em breve. Então, vamos lá:

1 – Impressoras 3D

As impressoras 3D estão longe de se tornarem extremamente populares, porém as projeções para esse campo são enormes, sem falar das múltiplas aplicações que elas oferecem. Os preços já estão diminuindo, e impressoras que antes custavam US$ 30 mil já podem ser encontradas por US$ 3 mil – modelos mais rápidos, baratos e eficientes que estão em desenvolvimento.
É um campo que cresce aproximadamente 35% todos os anos: em 2011, o valor de mercado das impressoras 3D estava cotado em US$ 1,7 bilhão e pode atingir US$ 6,5 bilhões em 2019. De acordo com James Ross, gerente sênior da Alliance Bemstein, o modo tradicional de produção será diretamente afetado e, por exemplo, não precisaríamos de tantas fábricas na China. Próteses médicas, acessórios variados, peças mecânicas – inúmeros itens podem ser feitos por essas máquinas e com igual qualidade.

2 – Edição dos genes humanos

Existem várias doenças resultantes de problemas genéticos, predisposições que carregamos conosco desde que nascemos. Graças ao melhor entendimento do genoma humano e das mutações genéticas, médicos e cientistas já podem detectar sinais de Alzheimer e outras doenças com antecedência. E se nós pudéssemos modificar esses genes ou identificá-los muito mais cedo para lutarmos contra o declínio mental de um indivíduo?
Esses estudos têm ganhado bastante destaque nos últimos anos, crescendo continuamente. Com o avanço tecnológico desse campo, poderemos tratar dezenas de doenças que possuem raízes no genoma humano. Várias empresas de biotecnologia já receberam fundos para pesquisar possíveis tratamentos, como a Bluebird Bio e a Juno Therapeutics, que já ganharam US$ 116 e US$ 120 milhões respectivamente.
A capacidade de editar ou substituir genes específicos depende de vírus modificados, como o vírus adenoassociado (AAV), que pode entrar no organismo de alguém e substituir os genes defeituosos por bons. Outro método consiste em remover algumas células, tratá-las com um vírus modificado, e, depois, recolocá-las no corpo de um paciente. Por exemplo, a diabetes do tipo I pode ser totalmente evitada. Esses métodos podem se mostrar um tanto caros, porém à medida que mais empresas investem os preços tendem a baixar.

3 – Estoque e produção de energia solar

Há tempos sabemos que novas fontes de energia precisam ser criadas e aperfeiçoadas conforme a população mundial cresce e a demanda aumenta. Os painéis solares fotovoltaicos já estão presentes em muitos países, porém eles não a nossa fonte primordial de energia – não funcionam no período noturno e não podem estocar energia.
A maioria dos painéis solares só atinge 44% de eficiência e muitos nem ficam próximos desse número. Muito deve ser aperfeiçoado para o boom dos painéis solares realmente ocorrer, algo previsto para 2025. De acordo com o cientista David Mills, a energia solar tem potencial para competir diretamente com os combustíveis fósseis em um futuro muito próximo.
Além disso, o preço dos painéis tem diminuído drasticamente, o que contribui para a popularização. Segundo Mills, os painéis solares podem realmente mudar o modo como o mundo consome energia. Em breve será possível que um proprietário comum compre os seus próprios equipamentos e os instale, tornando-se completamente independente de energia.

4 – Um processo mais barato de dessalinização

Países do Oriente Médio já utilizam as tecnologias de dessalinização há muitos anos, transformando água do mar em água doce. Em um mundo dominado por oceanos, é no mínimo irônico que nós enfrentemos um futuro seco e que a água seja tão escassa em muitas regiões.
Apesar de a dessalinização já existir, é um processo extremamente caro, bancado principalmente por países ricos, como Israel e Emirados Árabes (alguns países africanos, por exemplo, não têm condições de custear tais valores). Contudo, esse quadro está mudando e pode transformar o mundo em um futuro breve.
Quando a água salgada é convertida em água doce, o material restante é jogado fora. No entanto, além de estar cheio de sal, também existem muitos tipos de metais que podem ser extraídos desse resíduo em vez de desperdiçá-los. Se fosse possível coletar os minerais durante o ato de dessalinização, os custos do procedimento se tornariam muito menores, já que teríamos um novo produto no final do processo.

5 – A internet das coisas

O conceito da internet das coisas diz que passaremos por um tipo de revolução tecnológica que une computação e comunicação, dependente dos sensores wireless e da nanotecnologia. É esperado que até 2025 os carros, as casas e vários tipos de aparelhos estejam diretamente conectados, de modo popular, em inúmeros países – até 2022, estima-se que mais de 50 bilhões de objetos se liguem à internet desse modo (de acordo com a Intel).
Quando tudo estiver conectado, imagina-se que teremos um grande avanço no campo de inteligência artificial e robótica – e os robôs se tornarão muito mais possíveis. Os objetos se ligarão de modo sensorial e inteligente, trazendo todos os benefícios da informação integrada.

Impressoras 3D são recarregadas com material feito a partir de cerveja

Não são somente as impressoras 3D que estão melhorando com o passar do tempo, porém o próprio material que utilizamos nelas também. Esses filamentos estão se modernizando e, hoje, já existem opções bem peculiares, como é o caso dos materiais sustentáveis fabricados pela empresa 3Dom.
Essa empresa dos Estados Unidos possui aparelhos capazes de transformar resíduos de cerveja (como o lúpulo e a cevada) em filamentos para impressoras 3D. O produto foi batizado de Buzzed e no topo do texto você pode conferir um vídeo de introdução dele. A 3Dom disse que não é necessário possuir nenhum modelo específico de impressora 3D para abastecê-la com o material do Buzzed – qualquer aparelho capaz de imprimir ácido polilático (PLA) vai funcionar (em resumo, quase todos os modelos do mercado).
A 3Dom também está vendendo a Wound Up, que possui o mesmo conceito, porém com filamentos fabricados com resíduos de café. Caso deseje, você pode comprar a Buzzed por US$ 49 ou a Wound Up por US$ 26 em carretéis de um quilo

Análise: mouse Hardline Gamming Shadow Hunter.



A Hardline é uma fabricante brasileira que atua desde 2011 com produtos dos mais diversos segmentos, atendendo desde o consumidor que quer apenas um acessório de qualidade até gamers que buscam periféricos com preços acessíveis.
Neste ano, a empresa lançou uma nova linha de produtos com características robustas para quem pretende ter uma leve vantagem nos jogos sem ter que investir rios de dinheiro.
O mouse Shadow Hunter é um modelo de alta precisão que traz sensor óptico configurável para atuar com até 2.400 DPI. Equipado com múltiplos botões programáveis, contrapeso interno e componentes de boa qualidade, este componente pretende ser o seu companheiro em jogos dos mais variados gêneros. Vamos conferir como ele se sai na prática.

Especificações

  • Sensor: óptico
  • Número de botões: 6
  • Regulagem de DPI: sim (4 níveis)
  • DPI máximo: 2.400 DPI
  • Scroll: sim
  • Contrapeso: sim
  • Conexão: USB
  • Cabo: 1,5 m
  • Dimensões (C x L x A): 12,4 x 8 x 3,4 cm

Design interessante

Uma das características mais importantes em um mouse é o visual. Não tanto pela questão estética, mas principalmente pelo desenho do produto, algo que impacta diretamente na forma como o jogador interage com o componente, afinal, trata-se de um dispositivo que será usado por longos períodos e que influencia diretamente no desempenho durante as partidas.
Robusto, com a parte do meio elevada e uma leve curvatura nas pontas, este mouse segue o estilo palm grip, em que a mão abraça todo o componente e os dedos repousam sobre os botões principais.  As áreas laterais amplas garantem conforto ao jogador, sendo especialmente projetadas para repousar os dedos que são menos usados.
Levando essa questão em consideração, a Hardline parece ter focado no desenvolvimento de um produto capaz de se adequar tanto aos destros quanto aos canhotos. O produto é quase que simétrico, exceto pelo fato de que alguns botões de comando ficam posicionados à esquerda, facilitando os atalhos para quem usa o mouse com a mão direita.
Vale mencionar ainda a questão do sistema de iluminação, presente tanto no scroll quanto na parte superior do produto, onde temos a logo da fabricante em destaque. Infelizmente, não é possível mudar o esquema de cores, portanto você fica limitado ao uso da cor azul.

Programável e simples de usar

O Shadow Hunter é um mouse bem simples, que não requisita qualquer tipo de driver. Basta plugá-lo ao computador e começar a jogar. Este componente da Hardline vem com seis botões: direito, esquerdo, scroll, DPI, avanço e retrocesso.
Todos os itens já vêm com funções associadas por padrão, logo você não precisa perder tempo configurando nada. O botão de regulagem do DPI é um dos mais importantes, já que possibilita trocar entre os diferentes perfis de sensibilidade. Apesar de já trazer recursos específicos, você pode ajustar cada botão conforme a necessidade.
Este mouse não conta com memória interna, então todas as programações de funções devem ser realizadas diretamente nos jogos ou nos softwares. O processo é relativamente simples e pode ajudar em games específicos.

Precisão na medida

Bom, finalmente chegamos ao ponto que interessa: desempenho. O Shadow Hunter traz sensor óptico ajustável para até 2.400 DPI. Devido às várias limitações, este componente talvez não seja adequado para jogadores mais experientes e que já usam modelos mais robustos, mas certamente é um modelo que se mostra ideal para jogadores iniciantes.
Nós usamos o produto em diferentes situações, experimentando jogos como Counter-Strike: Global Offensive, Metro Last Light, Middle Earth: Shadow of Mordor e Grand Theft Autov V. Em todos os casos, o dispositivo da Hardline ofereceu precisão suficiente e bons tempos de resposta.
O bom desempenho se deve principalmente às possibilidades de ajuste do DPI (que pode ser regulado nos seguintes valores: 800, 1.200, 1.600 e 2.400 DPI) e ao contrapeso instalado no interior do dispositivo. O peso do produto garante melhor pegada e controle para o jogador. O cabo em nylon é bem leve e não atrapalha durante a jogatina.

Vale a pena?

O mouse Shadow Hunter da Hardline é um modelo para gamers que pretendem obter um pouco mais de desempenho na jogatina sem ter que gastar muito. Considerando a proposta do produto, podemos dizer que este modelo entrega o que promete.
O design do produto é adequado para todos os jogadores, e os recursos propiciam ótima performance em quase todas as situações. O contrapeso interno é um aspecto que merece destaque, já que nem todos os modelos concorrentes trazem tal elemento.
oja, mas é possível encontrar o Shadow Hunter com valores entre 35 e 80 reais. Considerando o número mais baixo, acreditamos que o investimento seja válido, pois o retorno é válido. No entanto, é bom evitar as “ofertas” mais caras, já que você pode conseguir modelos mais robustos na faixa dos 80 reais.
No geral, gostamos do produto e da postura da Hardline em desenvolver um componente barato e de bom desempenho.

iPhone 7: conceito traz tela sem bordas e abandona botão Home [vídeo]



epare-se para ver o mais interessante conceito do iPhone 7 a surgir nos últimos tempos. Trata-se de uma versão do smartphone que tem nada menos do que uma tela que leva a ideia de “sem bordas” para outro nível: ele não apenas não possui cantos nas laterais, como também não tem limites para cima ou para baixo. Em resumo, toda a parte frontal do celular seria uma tela gigante.
Se você acha que isso não faz muita diferença para a experiência que o aparelho pode oferecer, é só ver o vídeo abaixo para começar a pensar diferente. Como é possível conferir, o conceito não só permite que toda a tela seja usada para os apps, de maneira que você tenha mais espaço para jogar, como também dá um visual muito mais limpo e atraente para o celular.
Algumas mudanças foram necessárias, é claro, para acomodar uma tela dessas: seguindo as previsões dos analistas, este iPhone 7, projetado pelo designer conceitual Marek Weidlich, não tem o botão Home físico que conhecemos tão bem, preferindo uma versão digital apenas. Mas acredite, o resultado pareceu compensar.

Mais moderno e personalizável

Não limitando-se a isso, o conceito de Weidlich aposta em mudanças sutis, mas perceptíveis, com relação à carcaça do iPhone 7. Sua proposta é a de um iPhone com formado ergonômico que, embora ainda mantenha muito do formato que já estamos acostumados nos modelos mais recentes, conta com uma capa traseira que, pode ser alterada para ganhar o visual que parecer mais agradável para seu gosto.
Parece familiar? Pois é, não há como negar que a ideia é muito próxima à do Moto Maker. Mas por aqui ela vem com o nome de “iArt”.

Smartphone 'monstro' Oukitel K6000 pode recarregar quatro celulares [vídeo]

Você provavelmente nem ouviria falar do smartphone K6000, da Oukitel, se não fosse o valor monstro de 6.000 mAh da bateria desse dispositivo. Porém, a fabricante realmente atingiu esse valor — e já está provado que o "monstro" da energia carrega mesmo tamanha capacidade de armazenamento.
O canal da Oukitel Mobile resolveu fazer um teste adicional próprio com o aparelho, mostrando que ele não só tem uma bateria que dura dias, mas que pode servir como um Power Bank e fazer a "recarga reversa" por 5 V, ou seja, agir como um carregador e dar energia a outros dispositivos móveis.
No teste, ele é conectado a quatro smartphones ao mesmo tempo (Aukitel K4000, Samsung Galaxy Note 4, iPhone 6 e iPhone 6 Plus). O processo serve também para tablets, luzes em LED e até aqueles ventiladores USB. No fim da prova de fogo, ele ainda mostra o carregamento de um iPad.
O Oukitel K6000 é um dispositivo bastante intermediário (afinal, ele teria que ser ruim em algo, não é mesmo?) e já está disponível para pré-venda no site da fabricante por US$ 140, aproximadamente R$ 540.

Sony poderia lançar uma versão mais poderosa do PS4, diz executivo

Depois de jogar um balde de água fria nos donos do PS Vita ao afirmar que o portátil não receberia mais jogos feitos por estúdios first party, o vice-presidente sênior da Sony Computer Entertainment, Masayasu Ito, tem notícias interessantes para quem possui um PlayStation 4. Durante uma entrevista com o site japonês 4Gamer, o executivo sugeriu que o console pode receber um upgrade de componentes capaz de aumentar sua performance.
Segundo Ito, mudar as peças do PS3 não seria algo possível por conta de sua complexa tecnologia de Célula, enquanto a arquitetura x86 do PS4 faria com que isso fosse uma possibilidade, ao menos teoricamente. Ainda que não tenha confirmado que isso está nos planos da Sony, o vice-presidente deu a entender que isso pode pelo menos ser considerado pela companhia no futuro.
“Há potencial. É fácil alcançar melhorias flexíveis de desempenho. Portanto é possível, por exemplo, oferecer variações como uma versão do PS4 com a performance padrão e outra mais poderosa. Essa é uma ideia que pode ser considerada”, explicou Ito. Seja como for, a possibilidade ainda parece estar muito longe de se tornar algo mais concreto.

Novas opções

Não seria a primeira vez que a Sony lança opções diferentes de seus aparelhos, já que ela costuma produzir variações menores de seus consoles. No entanto, essas versões diferenciadas dificilmente contam com alterações que aumentem suas capacidades de processamento, de forma que pensar que o “PS4 Slim” pode chegar com mais poder de fogo abre opções interessantes – especialmente para quem ainda não investiu em um dispositivo da geração atual.
Vale lembrar que isso não seria exatamente algo inédito no mundo dos games. No final dos anos 1990 a Nintendo lançou um cartucho de memória para o Nintendo 64, possibilitando que alguns jogos pudessem ter gráficos mais detalhados, mas não impedindo que eles rodassem em consoles sem o cartucho. A SEGA também lançou um cartucho de memória para o Saturn na época, permitindo que a plataforma fosse a ideal para games de luta, principalmente os crossovers da Capcom.