quinta-feira, 29 de outubro de 2015

Quais são as maiores baleias do mundo?

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O ponto mais alto do pódio é ocupado pela baleia-azul, que é não só a maior baleia como o maior animal do planeta. O maior exemplar já encontrado tinha incríveis 33 metros de comprimento - o tamanho de um jato comercial ou de quase três ônibus enfileirados -, mas a média, em idade adulta, fica entre 24 e 27 metros. As baleias são mamíferos marinhos pertencentes à ordem Cetacea, que se divide em duas subordens: os misticetos, que reúnem as "verdadeiras baleias", e os odontocetos, que agrupam os golfinhos, os botos e o cachalote. "A diferença entre esses dois grupos é que os odontocetos possuem dentes na boca, enquanto os misticetos têm fileiras de cerdas ou barbatanas, usadas para filtrar seu alimento, principalmente plâncton e pequenos peixes", diz o biólogo Leonardo Wedekin, do Instituto Baleia Jubarte. Respeitando essa divisão, deixamos o cachalote fora do Top 10 desta página, porque, embora ele seja um cetáceo e se pareça com uma baleia, do ponto de vista biológico, não pode ser enquadrado neste grupo, exclusivo dos misticetos.
1. BALEIA-AZUL - Balaenoptera musculus
Tamanho - 24 a 27 metros
Peso - 100 a 120 toneladas
Do tamanho de um Boeing 737 e pesando o mesmo que 25 elefantes juntos, a baleia-azul é o maior animal do planeta. Tudo nela é superlativo: sua língua pesa 4 toneladas e, diariamente, ela come 4 milhões de krills, um tipo de camarão. Os filhotes sugam 230 litros de leite por dia, o que faz com que engordem 4 quilos por hora
2. FIN - Balaenoptera physalus
Tamanho - 18 a 22 metros
Peso - 30 a 80 toneladas
Na vice-liderança do ranking, a baleia fin ganha de todas quando o assunto é longevidade. Ela é capaz de viver mais de cem anos. Outra curiosidade sobre ela é seu poder de comunicação. Os pulsos de baixa freqüência que emite são tão fortes que outra baleia da mesma espécie consegue captá-los a 850 quilômetros de distância
3. BALEIA-DA-GROENLÂNDIA - Balaena mysticetus
Tamanho - 14 a 18 metros
Peso - 60 a 100 toneladas
A baleia-da-groenlândia leva esse nome porque só é vista em torno dessa grande ilha localizada no Atlântico Norte. Robusta, ela é capaz de quebrar placas de gelo de 30 centímetros de espessura quando vem à superfície. E é uma das poucas espécies capazes de ter mais de um filhote por gestação
4. SEI - Balaenoptera borealis
Tamanho - 13,4 a 18 metros
Peso - 20 a 30 toneladas
Encontrada em praticamente todos os oceanos, esta baleia evita as águas geladas dos pólos. Ela é um dos cetáceos mais velozes, capaz de atingir mais de 50 km/h. Mas não é chegada a mergulhos profundos: costuma se alimentar em águas próximas da superfície e permanece submersa por no máximo dez minutos
5. BALEIA-FRANCA-DO-NORTE - Eubalaena glacialis
Tamanho - 11 a 18 metros
Peso - 30 a 80 toneladas
O esguicho de uma baleia-franca-do-norte é inconfundível: pode chegar a 8 metros de altura e tem a forma de V graças aos dois orifícios que ela possui na cabeça. Outra característica da espécie são as calosidades ou "verrugas" existentes no alto e nas laterais da cabeça. Elas funcionam como uma espécie de "impressão digital"
6. BALEIA-FRANCA-DO-SUL - Eubalaena australis
Tamanho - 11 a 18 metros
Peso - 30 a 80 toneladas
Os machos desta espécie são os donos dos maiores testículos do reino animal: o par pesa uma tonelada. Como se desloca muito lentamente, é uma presa fácil. Por isso, quase foi extinta: na primeira metade do século 19, estima-se que 45 mil foram mortas, mas, desde meados do século passado, ela é protegida por convenções internacionais
7. JUBARTE - Megaptera novaeangliae
Tamanho - 11,5 a 15 metros
Peso - 25 a 30 toneladas
Comum na costa brasileira, para onde nada no verão a fim de acasalar, a jubarte tem como aspecto marcante as enormes nadadeiras peitorais, que podem chegar a 5 metros. Por conta da caça indiscriminada, a população desta espécie, conhecida por seu temperamento dócil, caiu de 150 mil indivíduos, no século passado, para cerca de 25 mil atualmente
8. BALEIA-DE-BRYDE - Balaenoptera edeni
Tamanho - 11,5 a 14,5 metros
Peso - 12 a 20 toneladas
Caseira, a baleia-de-bryde não tem ciclos migratórios e passa o ano todo em águas tropicais ou subtropicais. Seu nome é uma homenagem a Johan Bryde, que ajudou a construir o primeiro porto baleeiro da África do Sul. É comum ver feridas no seu corpo, causadas por parasitas e dentadas de tubarões
9. BALEIA-CINZENTA - Eschrichtius robustus
Tamanho - 12 a 14 metros
Peso - 15 a 35 toneladas
Encontrada apenas no Pacífico Norte, esta espécie faz um dos maiores ciclos migratórios entre todos os animais do planeta. Todos os anos, grupos de baleias-cinzentas nadam do mar de Behring, no Alasca, onde se alimentam no verão, à costa do México, local escolhido para o acasalamento - 20 mil quilômetros, ida e volta
10. MINKE - Balaenoptera acutorostrata e Balaenoptera bonaerensis
Tamanho - 7 a 10 metros
Peso - 5 a 10 toneladas
A minke divide-se em duas espécies, cada uma presente em um hemisfério. Sua principal característica morfológica é a cabeça estreita e pontiaguda e o corpo afilado e hidrodinâmico. Quando está caçando, é capaz de ficar 20 minutos submersa. Ela é facilmente observável porque costuma se aproximar das embarcações.

OMM detecta em outubro o 3º maior buraco na camada de ozônio

A organização Meteorológica Mundial (OMM) anunciou nesta quinta-feira que neste mês de outubro foi registrado o terceiro maior buraco da camada de ozônio, embora tenha esclarecido que isto não contradiz o processo de recuperação desta proteção natural contra os raios solares.



"Isto mostra que o problema do buraco de ozônio segue conosco e que é preciso manter certa vigilância, mas não há razão para um alarme indevido", garantiu o cientista Geir Braathen, do Serviço Atmosférico da OMM.
A diminuição da camada de ozônio ocorre anualmente durante a primavera no hemisfério sul devido às temperaturas extremamente frias na estratosfera (localizada a cerca de 25 quilômetros de altura) e à presença na atmosfera de gases que devoram o ozônio.
Segundo a OMM, a média calculada durante 30 dias do buraco de ozônio foi neste ano de 26,9 milhões de quilômetros quadrados, o que representa a terceira medida mais importante depois dos recordes registrados em 2000 e 2006.
Os cientistas calcularam o recorde para um só dia em 2 de outubro, quando o buraco alcançou 28,2 quilômetros quadrados, sua dimensão máxima para este ano.
As temperaturas na estratosfera antártica variam de ano em ano, o que faz com que alguns anos o buraco da camada de ozônio sejam relativamente pequenos e outros relativamente grandes.
"De maneira geral, isto não reverte a recuperação a longo prazo para a camada de ozônio que é projetada nas próximas décadas", indicou a OMM.

Oxigênio molecular é descoberto em cometa pela primeira vez

Sonda Rosetta encontra O2 no cometa Chury, e cientistas afirmam que oxigênio pode ter congelado no núcleo do corpo celeste. Descoberta pode colocar em questão modelos anteriores sobre a formação do Sistema Solar.

A existência de moléculas de oxigênio num cometa foi constatada pela primeira vez, anunciaram pesquisadores nesta quarta-feira (28). Com a sonda espacial Rosetta, eles descobriram oxigênio molecular (O2) no cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko, apelidado de "Chury".

O gás de oxigênio deve ser muito antigo, remontando à origem do Sistema Solar, afirmou André Bieler, da Universidade de Bern, à revista científica britânica Nature. A descoberta inesperada coloca em questão alguns aspectos de modelos anteriores sobre a formação do Sistema Solar.

Com o espectrômetro de massa Rosina, da sonda Rosetta, os pesquisadores conseguiram examinar a composição química da nuvem de gás que se formou a partir do descongelamento do Chury, conforme ele se aproximou do Sol.

Surpreendentemente, o oxigênio molecular foi o quarto gás mais abundante detectado na atmosfera do cometa, representando 3,8% da sua composição. À sua frente estão a água (H2O), o monóxido de carbono (CO) e dióxido de carbono (CO2).

Montagem de quatro imagens feitas a 26,3 km do cometa Chury, que tem um núcleo de cerca de 4 km de diâmetro. A atividade no "pescoço" do cometa (centro da foto) é formada por gelos e gases que escapam do interior do cometa e geram correntes de poeira no espaço.

Montagem de quatro imagens feitas a 26,3 km do cometa Chury, que tem um núcleo de cerca de 4 km de diâmetro. A atividade no "pescoço" do cometa (centro da foto) é formada por gelos e gases que escapam do interior do cometa e geram correntes de poeira no espaço.

A Rosetta já havia encontrado átomos de oxigênio (O) no Chury. Estes surgem constantemente durante o voo do cometa, quando a radiação solar ultravioleta divide as moléculas de água que evaporam a partir do Chury. O oxigênio atômico é altamente reativo na atmosfera, mas pode ser relativamente estável nas condições do universo.

A observação de moléculas de oxigênio foi inesperada, porque os cometas são considerados matéria congelada dos primórdios do Sistema Solar, há 4,5 bilhões de anos. Os pesquisadores esperavam que as moléculas reativas se ligassem ao hidrogênio para formar água.

"Nós nunca pensamos que o oxigênio pudesse 'sobreviver' por bilhões de anos sem se conectar a outras substâncias", explicou em comunicado a diretora do projeto Rosina, Kathrin Altwegg, da Universidade de Bern.

O oxigênio molecular já foi encontrado em luas de Júpiter e Saturno, mas, nesse caso, ele é formado regularmente pelo bombardeio de partículas de alta energia do cosmos, processo durante o qual a água é dividida. O bombardeio cósmico também atinge o Chury, mas consegue penetrar apenas alguns metros.

Nas últimas décadas, a superfície do cometa perdeu uma camada com ao menos 100 metros de profundidade. Por isso, o oxigênio abundante deve existir nele desde a sua formação, afirmam os pesquisadores.

É provável que o oxigênio tenha sido congelado antes mesmo da formação do Sistema Solar, no núcleo do cometa. "Esse indício do oxigênio como uma substância primária certamente irá colocar em questão alguns modelos teóricos sobre a formação do Sistema Solar", disse Altwegg.

Fonte:http://noticias.terra.com.br/ciencia/oxigenio-molecular-e-descoberto-em-cometa-pela-primeira-vez,39949537e08c9eaeda161ee911475f6ca863oz7a.html

Aquecimento global pode tornar o Golfo Pérsico inabitável até 2100

Dubai

Um estudo publicado na Revista Nature afirma que até o final desse século o Golfo Pérsico se tornará inabitável devido a fortes ondas de calor provocadas pelo aquecimento global.

A região sofreu uma de suas piores ondas de calor neste ano, com os termômetros chegando aos 50 °C. E a situação piora. De acordo com os pesquisadores, ondas de calor mais intensas do que as registradas até agora se tornariam constantes a partir de 2070. As regiões de Abu Dhabi, Dubai, Doha e litoral do Irã ficarão ameaçadas.
"Apesar disso, ainda há tempo de contornar essa situação", diz Elfatih Eltahir, principal autor do estudo em artigo publicado na revista científica Nature. "Isso vai depender da preocupação que os países da região terão em reduzir as emissões de gases do efeito estufa", completa.

As seis extinções mais incríveis de sempre (com video)



Mais de 99 por cento de todas as espécies animais que já viveram estão extintas. Conheça as seis extinções mais incríveis de todos os tempos.



Quando você pensa sobre a incrível diversidade da vida na Terra - cada pássaro, abelha, aranha, peixe, mosca, etc. - e considera que tudo isso corresponde a apenas 1 por cento do que já viveu e respirou no planeta desde os seus primórdios, é bastante incompreensível. Então, onde fez tudo desaparecer?

O último episódio de AsapSCIENCE leva-nos através dos maiores eventos de extinção da história da Terra, começando com um evento cataclísmico que ocorreu há 440 milhões de anos atrás e eliminou muitos dos nossos antepassados ​​que habitavam o mar.

"Como a recém-criada rocha vulcânica foi desgastada pela água e pelo vento, ela reagiu com dióxido de carbono e absorveu o gás", diz Mitch no vídeo. "Como resultado, os níveis de dióxido de carbono caíram, as temperaturas caíram, e a água ficou congelada".

Grandes mudanças como esta têm igualmente enormes efeitos, e, neste caso, o nível dos oceanos caíu drasticamente, e os mares rasos foram drenados e secos, sendo que 86 por cento das espécies vivas na época foram aniquilados. Tudo por causa de um pouco de rocha a reagir com o ar.

Felizmente, nos milhões de anos seguintes a este evento, os oceanos começaram gradualmente a encher-se com vida marinha e as plantas germinadas também apareceram, dando origem aos primeiros insetos. Então, quem é que vamos culpar para o próximo evento de extinção em massa?

São sempre os caras que você menos espera, e com isso quero dizer aquelas plantas recém-formadas. Há 374 milhões de anos atrás, as plantas absorveram tanto dióxido de carbono que foram responsáveis por um novo arrefecimento global, afirma a AsapSCIENCE.

E, para piorar a situação, os nutrientes escoaram para fora do solo para os oceanos, alimentando novas e enormes populações de algas, que sugaram uma grande quantidade de oxigênio da atmosfera,. O resultado? Você adivinhou - asfixia em massa. Mas as espécies que sobreviveram dariam origem às espécies modernas que vemos hoje, por isso não foi uma perda total.

Assista ao último episódio de AsapSCIENCE abaixo para ouvir mais sobre os eventos mais grandiosos de extinção em massa da história da Terra. De facto, o vídeo faz você apreciar cada pássaro, abelha, aranha, e rato que conseguiu sobreviver para chegar até aos nossos dias.



Fonte:http://www.ciencia-online.net/2015/05/seis-extincoes-mais-incriveis-de-sempre.html

Sete pequenas espécies de rãs descobertas no Brasil

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As rãs normalmente não provocam grande espanto, mas as pequenas rãs descobertas no Brasil são totalmente adoráveis. A espécie da foto acima, juntamente com outras seis, foram descobertas recentemente na sequência de uma caçada árdua de cinco anos na Mata Atlântica brasileira.



Com algumas das rãs adultas a não serem superiores a um insignificante centímetro de comprimento, você pode facilmente imaginar quão complicado foi conseguir detectá-las, mesmo com as cores marcantes que algumas delas ostentam.

Os micro-anfíbios pertencem a um grupo, ou gênero, chamado braquicéfalos, cujos membros estão no topo da lista dos mais ínfimos vertebrados terrestres conhecidos. O seu pequeno tamanho levou a várias modificações na estrutura do corpo, tais como uma perda dos dedos.

Sete pequenas espécies de rãs descobertas no Brasil


Embora algumas espécies braquicéfalos sejam bastante monótonas na aparência, misturando-se com o marrom dos troncos de árvores e folhas mortas, vários padrões de coloração conspícua estão associados à presença de uma neurotoxina muito potente na pele.

Desde que os braquicéfalos foram descritos pela primeira vez em 1824, vinte e uma espécies foram adicionadas ao grupo, mas mais de metade das espécies reconhecidas têm sido descobertas ao longo dos últimos 15 anos.

Sete pequenas espécies de rãs descobertas no Brasil


Isto sugere que a diversidade deste grupo único pode estar subestimada, razão pela qual os pesquisadores, liderados por Marcio Pie, foram para a floresta tropical no Brasil para ver o que eles poderiam encontrar, facto que provou ser um esforço frutífero.

Conforme descrito na PeerJ, as rãs foram descobertas após um extenso trabalho de campo em áreas montanhosas da porção sul da Mata Atlântica nos estados do Paraná e Santa Catarina. Depois das amostras serem recolhidas, os cientistas utilizaram diferenças na morfologia das rãs, em particular a sua coloração e o nível de rugosidade em diferentes partes do corpo, de modo a nomeá-las.

Sete pequenas espécies de rãs descobertas no Brasil


Após as descrições originais, os dados de sequenciamento de DNA confirmaram a sua distinção. As rãs variaram na cor do marrom ao amarelo brilhante e laranja, mas uma em especial destacou-se como verdadeiramente única. Esta espécie, B. mariaeterezae, tem uma listra azul clara à sua volta que não havia sido observado anteriormente em qualquer membro deste gênero.

A maioria das espécies dentro do grupo dos braqucéfalos descoberta até agora só foi encontrada em pequenos intervalos. Esta natureza altamente endêmica é o resultado da adaptação ao seu habitat da floresta, que também limita a sua propagação a outros ambientes e, portanto, aumenta a taxa de formação de novas espécies.

Mas esse endemismo também tem um custo. Uma vez que somente são encontradas num local, a probabilidade de extinção devido a alterações ambientais como por exemplo o desmatamento ou as mudanças climáticas é maior. É por isso que é urgente documentar a existência de tais espécies e de pensar em planos de gestão para garantir a sua sobrevivência a longo prazo, afirma Pie.


Fonte:http://www.ciencia-online.net/2015/06/pequenas-ras-descobertas-no-brasil.html

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

Grande demanda gera atraso no envio do Nexus 6P nos Estados Unidos

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Embora alguns consumidores dos Estados Unidos já tenham sido notificados sobre o envio de suas unidades doNexus 6P, a situação não é boa para todos eles. Devido a uma demanda acima do esperado, a Google foi forçada a adiar o envio de algumas unidades do dispositivo enquanto espera que novos carregamentos saiam das plantas de fabricação.
Através de um mensagem de email enviada aos compradores, a empresa afirmou que os próximos carregamentos do produto só devem começar a ser enviados a partir da primeira metade de novembro. No entanto, a companhia não deixa claro quais os modelos e cores mais afetados pela alta procura — para compensar os consumidores, a organização está oferecendo um vale-compra de US$ 25 a todos os que foram prejudicados.
Além de estar disponível na loja Google Play, o novo produto também pode ser encomendado online através da página oficial da Huawei nos Estados Unidos. No entanto, quem apelar diretamente para a fabricante vai ter que esperar até o final de novembro para que o envio do dispositivo seja realizado.
O Nexus 6P é o primeiro dispositivo a vir com o Android 6.0 Marshmallow instalado de fábrica e está sendo vendido nos Estados Unidos pelo preço oficial de US$ 499. Até o momento, não há indícios de que a novidade receba um lançamento oficial no Brasil, tampouco há expectativas de quanto ele iria custar por aqui.

Comprovado! Testes do DROID Turbo 2 mostram que a tela é mesmo inquebrável


Ontem, a Motorola anunciou a chegada do novo DROID Turbo 2, que é o primeiro celular da fabricante a contar com tela "ShatterShield" inquebrável.E é claro que alguns veículos da imprensa internacional já decidiram colocar essa promessa à prova, para a felicidade de muitos e angústia de outros. Será que o novo smartphone da Motorola realmente consegue cumprir o que afirma ter em seu display?
Como você pode ver no vídeo que está no topo desta notícia, a resposta é positiva. O aparelho pode ser derrubado de várias alturas, em várias superfícies, atropelado por bicicletas e até mesmo pisoteado por cavalos. Ele não ficou intacto — afinal de contas não se trata de um aparelho invulnerável —, mas a tela continuou funcionando perfeitamente e sem apresentar qualquer avaria. Uma grande notícia para os desastrados de plantão, não é mesmo?

Táxis voadores? Isso será realidade em Israel a partir deste mês [imagens]


Muitas pessoas que cresceram durante as décadas de 80 e 90 imaginavam, seja por conta de desenhos ou filmes, que teríamos vários meios de transportes voadores em nossas cidades já no início do século 21. Verdade seja dita, os trens ainda circulam em trilhos e muitos veículos ainda precisam de ruas e estradas para se locomover, mas esse cenário promete mudar em breve no que diz respeito a táxis.
De acordo com informações divulgadas pelo site do canal CNN, uma empresa chamada SkyTran está pronta para colocar um piloto de táxi voador para funcionar na cidade de Tel Aviv, em Israel, no final deste mês. O sistema em questão está em desenvolvimento há cinco anos, e usará magnetismo para mover os veículos.
O vídeo que você confere na janela acima dá uma ideia de como tudo vai funcionar. Os veículos da SkyTran terão capacidade para carregar até quatro pessoas e ficarão a seis metros do nível das ruas, além de terem potência para atingir até 241 quilômetros – entretanto, não pense que isso será uma espécie de trem bala, pois os carros vão circular em uma velocidade menor ao transportar os passageiros.
Pelo fato de usar magnetismo para mover os veículos (que funcionarão em trilhos), o consumo de energia será menor, tornando essa uma alternativa mais eficiente se comparada a outros meios existentes.

Brincadeira cara? Até que não

A essa altura, muitos devem se questionar sobre o montante que deve ser investido para que um sistema como esse funcione. Segundo a CNN, é necessário viabilizar US$ 8 milhões para cada quilômetro do projeto da SkyTran, enquanto cada carro pode custar entre US$ 25 mil e US$ 30 mil – um valor mais baixo que o visto para a construção de um metrô, onde são necessários montantes que giram entre US$ 100 milhões e US$ 2 bilhões por quilômetro construído.
Outro detalhe mencionado é que, como a construção dos “trilhos” envolve basicamente aço e alumínio, todo o sistema pode ser instalado em questão de dias, além de ser mais amigável no que diz respeito a questões ambientais.
Jerry Sanders, diretor-executivo da SkyTran, posa ao lado de um dos veículos que estará em Israel ainda neste mês
Por fim, também houve a menção de que mais áreas devem receber os táxis aéreos em breve: a cidade de Baltimore, em Maryland (Estados Unidos), pode ver essa tecnologia já no próximo ano, e grandes aeroportos como o Charles de Gaulle, em Paris, estão considerando oferecer essa opção aos seus usuários.
Fonte:http://www.tecmundo.com.br/veiculos/88618-taxis-voadores-realidade-israel-partir-deste-mes-imagens.htm

Nova tecnologia usa sinal WiFi para ver você através de paredes [vídeo]

Se você é do tipo de pessoa que não gosta da ideia de estar sendo observado, saiba que, no futuro, as pessoas não vão nem mesmo precisar olhar pela janela da sua casa para espiar o que você está fazendo. Isso porque um grupo de pesquisadores do MIT conseguiram desenvolver uma tecnologia de monitoramento capaz de distinguir sua silhueta (e a de qualquer outra pessoa no local), utilizando apenas sinais WiFi.
O software, que já era capaz de detectar outras pessoas desde 2013 e veio recebendo melhorias nos últimos anos, utiliza um processo extremamente simples para tal, na teoria. Tudo o que eles precisam fazer é enviar os sinais WiFi, que atravessam as paredes e refletem no corpo da pessoa; em resumo, as ondas funcionam de maneira semelhante a um sonar.
Como se isso não fosse suficiente, a tecnologia, chamada por eles de RF-Capture, ainda é capaz de distinguir detalhes específicos de uma pessoa e seguir seu movimento, ao ponto de conseguir acompanhar o movimento de uma mão com quase tanta precisão quanto um Kinect. Com algum treino, o sistema pode, inclusive, diferenciar as pessoas presentes no local, e saber como elas estão posicionadas.

Ainda em desenvolvimento, mas sempre melhorando

É claro que, na prática, ainda há muito a ser considerado para dificultar o funcionamento do RF-Capture. Em primeiro lugar, algo assim precisa de uma enorme quantidade de pós-processamento: uma vez que outros materiais também refletem o sinal, é necessário capturar uma sequência de fotos e então “limpar” todo o ruído de fundo gerado para termos um resultado positivo.
O sistema do RF-Capture toma como base uma série de imagens em sequência para identificar uma pessoa
Mesmo assim, o RF-Capture já mostra ser incrivelmente preciso. No artigo publicado no site oficial da tecnologia, a equipe afirmou que o sistema já é capaz de distinguir 15 pessoas diferentes em um mesmo cômodo, reconhecendo cada uma delas com base em seu tipo físico e dados armazenados anteriormente, com uma precisão de 90%.
Os pesquisadores ainda afirmam que isso deve melhorar ainda mais, com o passar do tempo. “Nós estamos muito animados com pesquisas futuras com relação a dois pontos: primeiro, conseguir uma melhor resolução para recuperar a silhueta com maior precisão, e segundo, nós gostaríamos de ganhar maior compreensão na parte da saúde”, explicou a professora Dina Katabi, um dos pesquisadores envolvidos no projeto, ao site Gizmodo.
“Por exemplo, nós podemos rastrear os dedos humanos detrás de uma parede? Nós já podemos usar o RF-Capture para extrair a respiração e a taxa de batimentos de uma pessoa... Podemos detectar problemas cardíacos usando tecnologia sem fio? Nós acreditamos que a resposta é ‘sim’.”
Com uma tecnologia tão precisa, não faltam possibilidades com relação à como isso pode nos ser útil. Imagine, por exemplo, se você pudesse chegar em casa e, graças ao detector WiFi, ver as luzes de cada cômodo se acenderem sem a necessidade de tocar em um botão. Ou, quem sabe, se sua casa pudesse reconhecer quem entrou e, com base em seu comportamento, já ligar seu PC, sua TV e o que quer que a pessoa costume fazer quando está ali.
Nós já podemos usar o RF-Capture para extrair a respiração e a taxa de batimentos de uma pessoa
Tão útil quanto isso seria a capacidade de usar os sensores para identificar se uma pessoa sofreu algum tipo de acidente. De fato, a equipe já está trabalhando em um aparelho para ser usado na casa dos mais velhos: através do escaneamento constante, o RF-Capture pode perceber se a pessoa caiu ou se seus batimentos cardíacos estão erráticos, ligando para a emergência caso algo pareça estar errado. E isso pode muito bem ser usado de maneira semelhante para outras pessoas – afinal o ferimento sofrido por um adulto em uma queda pode ser tão perigoso quanto o de qualquer um, caso ele não receba a ajuda adequada.

E a privacidade?

Como muitos de vocês devem estar pensando, todas as vantagens oferecidas pela tecnologia têm como desvantagem um enorme risco para nossa privacidade. Mas a equipe já está bem ciente disso, e está trabalhando justamente para lidar com esse tipo de problema.
Para começar, qualquer aparelho a utilizar esse tipo de tecnologia deve ter os dados do RF-Capture encriptados, de maneira que só você terá acesso às suas informações. Além disso, a equipe está trabalhando na criação de bloqueios para que não seja possível invadir, roubar ou vigiar o que você faz com o sistema.
“Nós queremos garantir que pessoas não usem isso para propósitos maliciosos”, explica Katabi. “Para isso, nós estamos trabalhando em dois frontes: primeiro, nós estamos projetando bloqueadores que podem prevenir alguém de ser rastreado exceto por seu próprio aparelho. E segundo, nós precisamos ter regulações que ditem como e quando esses dispositivos podem ser usados. Privacidade é sempre uma preocupação chefe”, disse ele.

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Local do julgamento de Jesus encontrado por arqueólogos



O local do julgamento de jesus, que faz parte de uma das passagens mais famosas do Novo Testamento, parece ter sido encontrado arqueólogos.


Há 15 anos, um grupo de arqueólogos iniciou escavações para expandir a área conhecida por Torre de David, na cidade velha de Jerusalém, local construído ainda antes de Jesus e reconstruído por povos conquistadores ao longo dos séculos.

Até agora, tinham encontrado um local que os turcos otomanos usavam como prisão. Porém, escavações recentes revelaram ruínas de um lugar que pode ter sido o cenário de uma das mais famosas passagens do Novo Testamento: o julgamento de Jesus.

Depois de atrasos nas explorações devido à falta de recursos e guerras (entre palestinos e israelenses), os cientistas retornaram às ruínas e estudam detalhes para abrir ao público.

"A prisão é uma grande parte do quebra-cabeça de Jerusalém e mostra a história da cidade de um jeito único e claro", diz o arqueólogo Amit Re’em, que lidera a equipe de escavações há mais de uma década.

Local do julgamento


O local onde o julgamento foi realizado é motivo de debate entre líderes do cristianismo, historiadores e arqueólogos. Questões sobre a localização certa variam pela interpretação dos livros que descrevem como Jesus de Nazaré foi trazido diante de Pilatos.

Mais de 1 milhão de cristãos peregrinos visitam a cidade de Jerusalém por ano, caminhando pelo espaço que foi significante na vida de Jesus. “Para aqueles cristãos que se importam sobre fatos históricos e descobertas científicas, estas ruínas são muito importantes”, diz Yisca Harani, especialistas em cristianismo e guia na cidade sagrada.

“Já para outros, que vêm pelo exercício mental de estar em Jerusalém, a prisão e o possível local de julgamento de Cristo não importam, desde que [a jornada] termine na Gólgota, o local da crucificação”, explica.

Os cristãos caminham pela Via Dolorosa, rua na cidade velha de Jerusalém que começa na Portão do Leão e percorre a parte ocidental da cidade de Jerusalém, terminando na Igreja do Santo Sepulcro, onde ele foi crucificado e sepultado.

Porém, o lugar exato da Via Dolorosa mudou ao longo dos anos – dependendo de quem governa a cidade na época e o que considera importante. Na época bizantina, por exemplo, a Via Dolorosa era mais próxima da Torre de David do que é hoje.