sexta-feira, 9 de outubro de 2015

Galaxy A9: todas as informações sobre o próximo intermediário turbinado da Samsung

Está chegando o matador do Moto G, Zenfone 2 e companhia? Ao menos no papel, o Galaxy A9 é uma máquina que promete brilhar na categoria dos smartphones intermediários. Confira neste artigo tudo que vazou até o momento sobre o dispositivo.

Samsung Galaxy A9: lançamento, preço e disponibilidade

Como é usual quando falamos de dispositivos da Samsung, o Galaxy A9 continua cercado de mistério quando o assunto é a sua data de lançamento. Alguns sites de tecnologia apostam numa apresentação ainda em 2015, bem a tempo para as compras de Natal. Nenhuma informação vazou até agora com relação ao preço do Galaxy A9, mas se a Samsung for comedida, poderemos ter simplesmente o intermediário com o melhor custo/benefício do mercado.
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Será que o A9 será tão fino quanto o Samsung Galaxy A8?

Samsung Galaxy A9: especificações técnicas

Já vazaram dois testes de Benchmark do dispositivo, um do Geekbench na semana passada e outro do AnTuTu recentemente, e eles impressionam. O Galaxy A9 (modelo SM-A9000) virá embalado pelo novo processador Snapdragon 620 de oito núcleos da Qualcomm, com tecnologia de 64 bits e GPU Adreno 510. Ele foi apresentado junto ao top de linha Snapdragon 820 e representa simplesmente o melhor que a companhia norte-americana tem a oferecer na categoria intermediária. Além disso, o Galaxy A9 terá 3GB de memória RAM (o verdadeiro diferencial entre os mid-ranges), tela de 5,5 polegadas e 1920 x 1080 pixels de resolução (Full HD). O exemplar testado ainda rodava com o Android 5.1.1 Lollipop e contava com 32 GB de armazenamento interno.
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O primeiro benchmark do Galaxy A9.
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O AnTuTu também já testou o Galaxy A9.
Para se ter uma ideia, o processador do Galaxy A9 se mostrou superior ao Snapdragon 810, o antecessor esquentadinho do 820. Com isso, o dispositivo tem tudo para agradar aos usuários que procuram um hardware de qualidade por um preço mais baixo do que o de um carro-chefe.
O que você achou das possíveis especificações do Galaxy A9?

Samsung Galaxy S7 pode ter versões com 3 processadores diferentes



    A Samsung já trabalha no sucessor do Galaxy S6. Veja neste artigo todos os rumores, informações e vazamentos de especificações técnicas do dispositivo que promete muito, tanto no quesito de design (depois da bem-sucedida mudança operada no S6) quanto na performance. Conheça abaixo o que já se fala a respeito do Galaxy S7.

    Galaxy S7: Lançamento e preço

    Neste ano o Galaxy Note 5 não foi apresentado durante a IFA de Berlim, com vinha acontecendo. Esse fato deu margem a especulações de que o Galaxy S7 também não seria anunciado durante a feira de tecnologia de Barcelona, a MWC 2016. Agora, tais especulações parecem ganhar força com as mais recentes informações vindas da Coreia.
    Segundo o site G for Games, uma fonte da empresa sul-coreana SK Securities indica que o Galaxy S7 seria lançado em janeiro e chegaria ao varejo já em fevereiro de 2016. Essa empresa faz parte de um conglomerado que também inclui uma das maiores operadoras da Coreia, a SK Telecom. Portanto, esse rumor não pode ser ignorado. Resta, contudo, saber se esse possível lançamento seria restrito ao país-sede da Samsung, com um anúncio internacional mais acontecendo mais tarde no ano, ou se o Galaxy S7 terá mesmo seu lançamento antecipado.
    Antes dessas novas informações, um representante da equipe de marketing da empresa já havia reforçado para o site Mobile Bum que o lançamento do novo top de linha da Samsung permanecerá centralizado no primeiro semestre de cada ano. Confira o comunicado abaixo:
    "A companhia permanece comprometida em lançar produtos em janelas pré-determinadas de apresentação, o que inclui a linha Galaxy S. Embora o S7 não seja lançado em 2015, a Samsung não deixará o iPhone passar sem qualquer desafiante."
    O comentário fez referência aos outros modelos lançados pela empresa neste semestre, como o Galaxy S6 Edge Plus ou Note 5. Obviamente, a esta altura nada foi revelado a respeito do preço do Galaxy S7.

    Galaxy S7: Tela

    Excelência é a palavra de ordem quando o assunto são telas da série Galaxy S. Sempre com cores saturadas, brilho mais do que suficiente e nitidez impecável, a Samsung dificilmente decepcionará nesse aspecto. No teste de Benchmark vazado, podemos ver que a tela do suposto Galaxy S7 terá 5,7 polegadas e resolução de 2.560 x 1.440 pixels. A tecnologia Super AMOLED será novamente empregada. Ao menos no primeiro protótipo, a Samsung não entrou na corrida de pixels com a Sony, que ofereceu com o Xperia Z5 Premium o primeiro smartphone com display 4K.
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    Galaxy S7: Especificações técnicas

    Fontes internas do site especializado em Samsung SamMobile indicam que o Galaxy S7 poderá chegar não em duas, mas em três versões, a primeira uma rodando com o processador Snapdragon 820 da Qualcomm e a segunda com chipset premium da própria companhia sul-coreana, o Exynos 8890. Até aqui nada de novo. Agora, fala-se numa terceira versão também rodando com um processador próprio, o menos potente Exynos 7422. Inicialmente, este era o processador cotado para embalar o Note 5, o que acabou não acontecendo. Esta terceira variante do Galaxy S7 seria um pouco mais barata e estaria destiada para o mercado indiano. Por sua vez, o S7 rodando com o Snapdragon 820 seria vendido na China e Estados Unidos, e a versão com o Exynos 8890 seria destinada aos mercados europeu e asiático. Nenhum rumor indica por enquanto qual delas chegará ao Brasil.
    Além disso, a edição Edge também foi confirmada por pelo menos mais um ano. Enquanto o modelo SM-G930 é a versão "normal" do S7, o SM-G935 será a sua versão com tela curvada dual edge. Por fim, é possível que o Galaxy S7 volte a ter entrada para microSD, e seu armazenamento UFS 2.0 seria compatível com a memória expansível.
    De acordo com informações vazadas na rede social chinesa Weibo e reproduzidas pelo site SamMobile, a Qualcomm já teria enviado um novo protótipo do processador Snapdragon 820 para a Samsung testar em seu próximo carro-chefe. Trata-se da versão 3.x do Snapdragon 820 que contaria com quatro núcleos Kryo customizados, GPU Adreno 530 e arquitetura FinFET de 14nm. O mais novo chipset da Samsung terá um menor consumo de energia e um melhor gerenciamento de temperatura, para espantar o pesadelo do Snapdragon 810 e seu superaquecimento. Por fim, o Snapdragon 820 será capaz de atingir a impressionante frequência de 3,0 GHz por núcleo.
    Este vazamento foi reforçado pela revelação de mais um teste de Benchmark na rede social chinesa Weibo. Ele mostra a performance de uma versão revisada do Snapdragon 820. Nos testes anteriores, a performance do processador não foi muito superior àquela do Exynos 7420, mas agora podemos dizer que a Samsung e a Qualcomm estão no bom caminho.
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    Em comparação direta com o Snapdragon 810, o novo 820 tem uma performance bem melhor.
    No gráfico acima, são comparados os resultados de Benchmark de um Xiaomi Mi Note Pro na coluna verde (rodando com o Snapdragon 810 v2.1) com dois protótipos do Galaxy S7. A coluna amarela mostra a versão anterior do Snapdragon 820 (A) e a coluna vermelha mostra a versão mais recente do processador rodando no S7. A melhoria de performance é de, respectivamente, 38% e 77% com relação ao Snapdragon 810 rodando no Mi Note Pro. Esses resultados aumentam as chances de uma distribuição mundial da variante do Galaxy S7 rodando com o chipset da Qualcomm.
    Antes do Benchmark acima, havia sido divulgado um suposto teste de Benchmark de um protótipo do Galaxy S7 também na rede social chinesa Weibo, revelando a integração do Snapdragon 820 da Qualcomm.
    Além do processador, também podemos ver no Benchmark que o Galaxy S7 deverá ter 4 GB de memória RAM e, como esperado, GPU Adreno 530.
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    No novo vazamento o protótipo do Galaxy S7 roda com o Snapdragon 820.
    No teste Single-Thread e também de 3D, o Snapdragon mostra-se bem superior ao seu antecessor (o esquentadinho 810) e ao Exynos 7420, o processador do Galaxy S6, S6 Edge e E6 Edge+. Na pontuação total, contudo, o Snapdragon 820 ainda é pior do que o Exynos 7420, e apenas um pouco mais rápido do que o Snapdragon 810. Devemos ressaltar que esses resultados dizem respeito a um protótipo do S7, e a performance geral do processador deve melhorar muito até a versão definitiva.
    Outro Benchmark vazado mostra uma variante do Galaxy S7 com 3GB de memória RAM. Ainda é cedo para tirar a conclusão de que o dispositivo terá duas variantes de memória de trabalho. Seu processador pode estar simplesmente sendo testado com os dois tipos de hardware.
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    Suposto Benchmark do Galaxy S7

    Galaxy S7: Câmera

    Um rumor vindo da Coreia (via SamMobile) parece indicar que o Samsung Galaxy S7 trará uma câmera dual. Esta tecnología, que já havia sido implementada pela HTC, poderia ser a grande novidade do próximo carro-chefe da companhia. Além disso, também existe um protótipo sendo testado com câmera de 20 megapixels e sensor ISOCELL.
    Os quatro dispositivos top de linha que a Samsung lançou em 2015 (as três variantes do Galaxy S6 e o Galaxy Note 5) trouxeram o mesmo sensor: um Sony IMX240 Exmor RS que, combinado com o excelente trabalho de software, transformou esses quatro smartphones nos dispositivos com melhor câmera do momento. Se a Samsung aperfeiçoar a tecnologia da câmera dual (que não fez tanto sucesso no caso da HTC), ela já teria um grande diferencial para o seu dispositivo de 2016.
    Antes desses rumores, as únicas informações vazadas quanto à câmera do Galaxy S7 até agora dizem respeito à quantidade de pixels dos sensores. A câmera principal teria 16 MP e a frontal contaria com 5 MP. Sempre vale lembrar que esses dados fazem referência a um modelo de teste do dispositivo. Tudo pode mudar nesse quesito, e a Samsung também não costuma decepcionar quando o assunto é fotografia.
    Qual recurso você gostaria de ver no Galaxy S7?
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    Galaxy Tab S x iPad Air 2: Os melhores tablets do mercado se enfrentam

    iPad Air 2 ou Galaxy Tab S, qual é a melhor opção? Os dois são tablets com ótimas especificações, e a disputa é muito acirrada. Apesar disso, comparamos cada detalhe, e, no final das contas, só saiu um vencedor. Confira quem foi e quais foram os motivos que fizeram do gadget o melhor:

    Confira o review do Galaxy Tab 2, o tablet top da Samsung



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    Desempenho: Galaxy Tab S
    iPad Air 2 tem o chipset da Apple, o A8X, com três núcleos e 1.5 GHz. Além disso, possui 2 GB de RAM, bateria que dura por até 10 horas, e memória interna de 16, 64 ou 128 GB. É o melhor tablet feito pela empresa da maçã até hoje, com uma performance bem superior a de todos os seus antecessores.
    Samsung tem o tablet com a melhor performance (Foto: Divulgação)
    Samsung tem o tablet com a melhor performance
    Mas isso não é suficiente para superar o Galaxy Tab S, que possui duas versões: uma com Qualcomm Snapdragon 800 quad-core de 2,3 GHz e uma com o Exynos 5 Octa 5420, com dois processadores quad-core, de 1,9 e 1,3 GHz. Ambas as versões têm 3 GB de memória RAM, slot para microSD (de128 GB), memória interna de16 ou 32 GB e bateria que aguenta até 11 horas de uso multimídia.
    O iPad Air 2 possui versões 4G e WiFi, enquanto o Tab S é só 4G. Mas o desempenho apresentado pelo Tab S é muito superior, especialmente pelo processador e memória RAM, mas também pela opção de se adicionar um cartão microSD, que dá muito mais flexibilidade ao usuário.
    Dimensões: iPad Air 2
    O iPad Air 2 mede 240 mm de altura, 169,5 mm de largura,  6,1 mm de espessura e pesa apenas 444 gramas em sua versão 4G, sendo ainda mais leve na versão WiFi. O Galaxy S Tab, só 4G, tem 247,3 mm de altura, 177,3 mm de largura, 6,6 mm de altura e 467 gramas. Ou seja, o iPad é o modelo mais compacto, o que é justificável, em parte, por sua tela menor, já que ele tem 9,7 polegadas e o modelo da Samsung possui 10,5.
    Apple tem o tablet mais compacto (Foto: Divulgação)
    Apple tem um tablet mais compacto
    Tela: Galaxy Tab S
    A tela do aparelho da Samsung é maior e melhor. Com 10,5 polegadas e 2560 x 1600 pixels, é perfeita para ver filmes e jogar aqueles games com gráficos super bonitos. A visualização de fotos também é ótima. Tudo isso também fica bom no iPad, porém ele conta com só 9,7 polegadas e 1536 x 2048 pixels. Os dois são ótimos, mas o Tab tem mais atrativos em termos de hardware.
    Design: iPad Air 2
    O visual do iPad Air 2 é um dos seus grandes pontos fortes. Além de ser o iPad mais leve e fino já feito, é também muito bonito, estando disponível até em dourado (além de preto e branco) como se fez com os novos iPhones. O Tab S também é arrojado, moderno, com a traseira bem diferente, mas é difícil um tablet ser tão bonito e elegante quanto o iPad.
    Elegância do iPad é destaque do aparelho (Foto: Divulgação)
    Elegância do iPad é destaque do aparelho
    Câmeras: Galaxy Tab S
    As câmeras viraram um atrativo também nos tablets, que, antigamente, tinham máquinas bem abaixo da qualidade dos smarts. Hoje, no caso de iPad Air 2 e Galaxy Tab S, não deixam em nada a desejar a celulares intermediários. Os dois têm tanto câmera frontal como traseira, mas o modelo da Samsung leva vantagem.
    Isso porque ele tem a frontal melhor, com 2,1 megapixels contra 1,2 megapixels que o iPad Air 2. Para videochamadas e selfies, o Tab S é melhor equipado. Na traseira, um empate. Os dois têm 8 megapixels para fotos e 1080p para vídeos. A diferença, e mais uma vantagem do Tab S, é que o Samsung conta com flash.
    Samsung Galaxy Tab S tem vantagem nas câmeras (Foto: Divulgação)
    Samsung Galaxy Tab S também tem vantagem nas câmeras
    Sistema operacional: Empate
    Na guerra entre Android e iOS, as opiniões pessoais são fundamentais para decidir a disputa. E como iPad Air 2 e Galaxy Tab S têm o que os dois sistemas têm de melhor (iOS 8 e Android 5), o que podemos dizer é que ambos estão muito bem inseridos nas suas plataformas, com as características mais tops de cada.
    Preço: Empate
    Os dois aparelhos estão na mesma faixa de preço. O TechTudo encontrou o iPad Air por valores a partir de R$ 1496, chegando até os R$ 1908, enquanto o Galaxy Tab S foi visto por preços entre R$ 1439 e R$ 1946. Há variações de acordo com cada loja, porém eles são basicamente iguais neste ponto.
    Conclusão: Galaxy Tab S
    Se você procura desempenho, Galaxy Tab S. O modelo tem o melhor hardware, câmera com Flash e tela com melhor qualidade. Se você procura um aparelho mais leve, com os detalhes de acabamento mais atrativos e compacto, para um tablet que tem tela de quase 10 polegadas, vá de iPad Air.
    Nesse caso, o preço não tem tanta influência, e o gosto pessoal conta bastante. Em hardware, o Tab é o melhor, mas como não é só isso que conta na hora da decisão, pense qual sistema é o melhor para você, se as diferenças de dimensões e câmera terão interferência, e também se estes números a mais na performance são decisivos.
    A principal vantagem do Tab S para um usuário comum é o slot para cartões microSD. A tela de melhor qualidade também, porém a tela do iPad é boa. O desempenho do Tab vai ser melhor, mas o do iPad não compromete. E assim vai.
    Tablet Galaxy Tab S x iPad Air 2 (Foto: Arte/TechTudo)
    O tablet Galaxy Tab S se saiu melhor.

    sexta-feira, 27 de março de 2015

    Nasa vai buscar pedaço de asteroide e levá-lo para perto da órbita da Lua.


    As pesquisas da Nasa sobre a intenção de levar o ser humano a Marte continuam rendendo novas missões. Agora, a agência espacial americana anunciou o plano de lançar um foguete a um asteroide de cinco anos para colher uma pedra que está a 30 pés fora da superfície.
    A intenção é que braços mecânicos façam esse recolhimento e reboquem o asteroide para uma órbita entre a Terra e a Lua. A nave será lançada em 2020 e deve chegar ao seu destino em 2022. Em 2025, dois astronautas vão pousar na rocha para começar a exploração. Segundo Robert Lightfoot, administrador associado da Nasa, os braços robóticos terão de três a cinco oportunidades para agarrar a pedra.



    O reboque e o estacionamento do asteroide vão acontecer com a ajuda de um foguete e da cápsula Orion, que ainda está em desenvolvimento. Entre as pesquisas que serão feitas estão interações gravitacionais da espaçonave em sua órbita, testes com motores a íon e estudos de como a alteração no volume do corpo celeste influencia na órbita. Quando os astronautas aterrissarem no pedaço de asteroide, coletarão materiais para trazê-los de volta a Terra para mais estudos.
    Lighfoot afirma que a missão vai "demonstrar as capacidades que vamos precisar para futuras missões humanas para além da órbita baixa da Terra e, então, finalmente, para Marte". A ideia inicial era que fosse recolhido um asteroide inteiro, mas isso consumiria mais do orçamento da Nasa, que precisaria construir um foguete ainda maior.
    Os três asteroides candidatos para o trabalho são o Itokawa, o Bennu e o 2008 EV5, considerados de baixo risco, pois já são conhecidos por agências espaciais de todo o mundo.

    Fonte:http://canaltech.com.br/noticia/ciencia/Nasa-vai-buscar-pedaco-de-asteroide-e-leva-lo-para-perto-da-orbita-da-Lua/

    Bio hackers conseguem implantar visão noturna em olho humano.


    Visão noturna é um recurso bastante utilizado em dispositivos de monitoramento, facilmente encontrado em estabelecimentos comerciais e até mesmo em residências. Um grupo de bio hackers americanos afirma que conseguiu uma forma de incorporar no olho humano a capacidade de enxergar no escuro. De início isso pode parecer assustador, visto que provavelmente irá interferir na visão natural dos olhos.

    O grupo Science for the Masses utilizou uma espécie de substância análoga à clorofila conhecida como Chlorin e6 (ou Ce6), encontrada em peixes que vivem em profundidades abissais, onde a incidência de luz solar é quase nula. Essa substância já é utilizada em seres humanos para tratamento de cegueira noturna, a dificuldade que algumas pessoas apresentam em enxergar locais com luminosidade reduzida.

    O Ce6 é utilizado de forma intravenosa desde a década de 60 para o tratamento de diferentes tipos de câncer. Alguns estudos científicos já injetaram o Ce6 em roedores para obter esclarecimentos sobre os efeitos na visão desses animais.

    Gabriel Lucina, um dos pesquisadores do grupo americano, serviu de cobaia para o teste. Ele recebeu uma quantia de Ce6 no seu saco conjuntival (localizado na parte inferior dos olhos), e dali a substância atingiu a retina. Após uma hora, Lucina começou a sentir os efeitos. Em um ambiente escuro, o pesquisador inicialmente começou a reconhecer formas e símbolos que estavam a 10 metros de distância. Com o passar do tempo ele foi enxergando pessoas que estavam a uma distância de 50 metros, entre algumas árvores.

    Um grupo de controle (que não recebeu o Ce6) conseguiu identificar cerca de 33% dos objetos colocados no escuro.  Já Lucina conseguiu descobrir todos os objetos. A visão do pesquisador voltou ao normal gradativamente em 20 dias, aparentemente sem efeitos colaterais mais graves.

    É claro que o experimento precisa ser feito mais vezes e com testes mais rigorosos. No entanto, já é possível afirmar que ele funcionou conforme o esperado. "Mostramos que isso pode ser feito. Se conseguimos fazer isso em nossa garagem, outras pessoas também podem fazer", afirma Jeffrey Tibbets, diretor médico do grupo.

    Com o experimento já podemos pensar em como ele poderá ser utilizado no futuro, caso seja 100% aprovado. O uso militar seria o principal destino para tal projeto, visto que não faz muito sentido que ele esteja disponível para pessoas comuns.



    Fonte:http://canaltech.com.br/noticia/ciencia/Biohackers-conseguem-implantar-visao-noturna-em-olho-humano/

    Galaxy S6 de 32 GB tem na verdade 23,5 GB livre


    Ao comprar um Smartphone muitas pessoas olham atentamente para o espaço de armazenamento interno, porém poucas pessoas sabem de fato o quanto de memória livre ele tem, pois o armazenamento nominal é diferente do espaço livre para o usuário, o que faz muita gente se decepcionar.
    A Samsung foi envolvida em muitas polêmicas em relação a isso, já que o Galaxy S4 e Galaxy S5 com 16 GB possuíam bem menos espaço livre, com 9 GB e 10 GB respectivamente. Com o Galaxy S6 será bem melhor, já que a empresa coreana só vai vender o modelo com 32 GB ou superior, eliminando a versão com 16 GB.

    Na prática o Galaxy S6 de 32 GB terá 23,5 GB livre para o usuário instalar aplicativos e games, o que é um bom espaço, mas inferior ao Galaxy Alpha, que vem com quase 25 GB livre, porém vale lembrar que o S6 já chegará com Lollipop, enquanto o Alpha roda o Android KitKat.



    terça-feira, 4 de março de 2014

    Conheça as oito robôs mais "sexies" já produzidas.

    Empatia é o primeiro passo para o "amor" entre homens e robôs, dizem pesquisadores



    Os seres humanos evoluíram para se relacionar emocionalmente com artefatos inanimados. As crianças brincam com bonecas e soldadinhos de chumbo, como se fossem pessoas. Adultos falam com seus carros. Enquanto eles são puramente mecânicos, pois quando se trata de robôs humanos, algo estranho acontece.
    À medida que adquirem mais recursos humanos, nosso afeto diminui e começamos a ter um sentimento assustador. Nosso gosto se transforma em repulsa. 
    Esse estranho fenômeno é chamado de "vale misterioso", e tem desafiado engenheiros e cientistas que projetam robôs e softwares interativos. 
    Os pesquisadores têm tentado encontrar a causa do vale misterioso. Uma das ideias mais interessantes vem de uma equipe internacional liderada por Ayse Pinar Saygin da Universidade da Califórnia, San Diego ( UCSD).
    Saygin e sua equipe realizaram um experimento de varredura dos cérebros de 20 indivíduos com idades entre 20 e 36 anos , enquanto eles estavam olhando para três coisas diferentes: um ser humano, um robô mecânico, e um robô com aparência humana.

    Destina-se a ser uma mulher "perfeita"

    Interpretando os resultados dos exames de ressonância magnética, os pesquisadores sugeriram que a causa para o vale é uma incompatibilidade entre pelo menos duas vias neurais: a de reconhecer um rosto humano e o de reconhecer diferentes tipos de movimento. Essas vias se encontram no córtex parietal do cérebro.
    Lá, as informações do córtex visual relacionada com o movimento corporal é integrado com as informações do córtex motor que contém os neurônios-espelho, as células do cérebro que registram que o que estamos vendo é "um de nós". Sirenes disparam no cérebro quando há um conflito de percepção entre os recursos humanos  - como um robô-humano e seus movimentos mecanizados.
    Mente humana
    Os pesquisadores acreditam que a mente moderna surgiu quando as vias neurais no cérebro tornaram-se integradas, provavelmente graças à evolução da linguagem. Nossa evolução cognitiva foi de baixo para cima, nos dando consciência e inteligência. Já a evolução robótica desafia este nosso "software" mental. O vale misterioso parece à beira de um horizonte cognitivo, além dos medos primitivos do homem. Será que os nossos cérebros de primatas são incapazes de lidar com robôs-humanos?
    Talvez não. Pode ser apenas um fenômeno temporário , com destaque para máquinas, como o robô Geminoid F, criado por Hiroshi Ishiguro Prof da Universidade de Kyoto. Seus robôs têm corpos humanos — como, mas os seus movimentos, embora impressionantemente semelhante à humana , carregam um traço do mecanismo abaixo de sua "pele".
    Esse descompasso tecnológico é o que confunde os nossos caminhos neurais e nos causa uma repulsa. No entanto, uma vez que os movimentos se tornem ainda mais semelhante aos do homem, esse vale desapareça. Nós parecemos estar à vontade com andróides que têm corpos humanos e movimentos humanos , mesmo sabendo que eles não são humanos . Entra aí outro instinto básico: a empatia.
    O cientista Stephen Hawking acredita que é possível misturar características humanas e mecânicas, sem ficarmos preso no vale misterioso. Eventualmente, os robôs humanos nos despertarão o amor e vice-versa.


    Camiseta inteligente pode avisar se usuário está doente.

    Uma camiseta poderá informar o estado de saúde de quem usá-la: uma empresa francesa apresentou no Salão Internacional de Eletrônica de Consumo (CES) de Las Vegas, um novo tecido que registra a temperatura do corpo e as batidas do coração.


    As informações são transmitidas para um Smartphone, no qual poderão ser analisadas por um aplicativo

    "É a primeira vez que se consegue misturar sensores a tecidos", disse Gilbert Reveillon, diretor internacional da Cityzen Sciences, empresa francesa, membro do consórcio Smart Sensing, criadora desse produto que poderá ser empregado "em qualquer roupa, blusa, ou calça".
    Sensores registram os dados do usuário pelo tecido e transmitem a informação coletada por meio de um pequeno dispositivo a bateria costurado onde normalmente fica a etiqueta da roupa.
    Em seguida, as informações são transmitidas para um smartphone, no qual poderão ser analisadas por um aplicativo. O dispositivo é capaz de alertar sobre um eventual "problema de saúde do usuário, se está cansado, angustiado, ou até mesmo se uma crise cardíaca se aproxima", completou Reveillon.
    "Ele não evita que a crise aconteça, mas pode detectá-la horas, ou até dias antes de que ocorra", acrescentou. Serve ainda para um treinador acompanhar a forma física de um jogador, por exemplo.
    A camisa da Cityzen, fruto da parceria de empresas de equipamento esportivo e com profissionais de saúde, recebeu um prêmio de inovação no Salão de Las Vegas.
    O novo produto, que pode ser lavado e passado sem problemas, custa entre 30% a 40% a mais que um tecido comum e pode chegar ao mercado antes do fim do ano.


    Pesquisadores chilenos descobrem novo tipo de plesiossauro.

    Arko-Infolatam
    Santiago (Chile), 7 fev (EFE).- Pesquisadores chilenos descobriram restos ósseos que correspondem a um novo tipo de plessiossauro, um réptil marinho de pescoço alongado que habitava na região de Biobío há 65 milhões de anos.
    Os paleontólogos, que publicaram os resultados de sua pesquisa na revista científica “Journal of Vertebrate Paleontology”, fizeram suas primeiras descobertas em 2001 e encontraram novos restos em 2009.
    “A primeira coisa que apareceu foi o crânio sem o corpo, mas o curioso fenômeno da maré fez com que aflorassem diferentes partes do pescoço do animal em 2009″, explicou à Agência Efe David Rubilar, paleontólogo do Museu Nacional de História Natural do Chile (MNHN) e coautor da publicação.
    De grande tamanho e com um pescoço não tão longo como seu irmão do hemisfério norte (3,5 metros em vez de 5), o Aristonectes quiriquinesis habitava os mares do hemisfério sul durante a Era Mesozoica, que começou há 251 milhões de anos e terminou há 65 milhões de anos.
    “Alguém pensaria que, como são répteis e vivem na água, deviam estar por todos os oceanos do mundo, mas é curioso que sejam diferentes no hemisfério norte e no sul. Estamos estudando por que é assim”, comentou Rubilar.
    Cientistas da Universidad de Chile e de Concepción, da Universidade de Heidelberg, na Alemanha; a de La Plata, na Argentina; da Marshall University dos Estados Unidos e do MNHN, colaboraram no resgate deste exemplar.
    Os paleontólogos determinaram que há material suficiente para compará-lo com o crânio de outro réptil que apareceu na Argentina em 1991.
    “Era um mistério taxonômico que durou muito tempo, até que conseguimos escavar este outro exemplar que permitiu extrair algumas conclusões”, assinalou Rodrigo Otero, o autor principal da publicação.
    De fato, já em 1848 o primeiro diretor do MNHN, Claudio Gay, descreveu os restos de um primeiro exemplar destes répteis marítimos pré-históricos, mas os restos isolados não permitiam reunir dados que estavam soltos.
    Apesar de ainda não se conhecer por que a forma do crânio é mais larga nestes répteis do mar austral, os pesquisadores acreditam que está relacionado com a dieta.
    “Os plessiosauros que conhecíamos antes se alimentavam de moluscos, mas parece que o tipo de dieta pode ser a causa desse alargamento craniano”, disse Otero.
    “O volume de água da boca é muito maior, além disso tem os dentes modificados de tal forma como nos são eficientes para comer peixes. É um dente mais fino”, acrescentou.
    A linhagem deste tipo de plessiossauro se extinguiu no período Cretácico, possivelmente como consequência das mudanças ao nível do mar. EFE



    Crocodilos podem escalar árvores e tomar sol nas copas, diz pesquisa.

    Os animais vistos escalando a qualquer hora do dia mostravam-se nervosos com a aproximação de um observador a até 10 metros


    Quando a maioria das pessoas pensa em crocodilos e jacarés, imaginam eles caminhando pelo chão ou nadando – e não subindo em árvores. Entretanto, um estudo da Universidade do Tennessee, nos Estados Unidos, e publicado pela Science Daily mostra que os répteis podem escalar até a copa delas.


    Crocodilos sobem nas árvores para regular temperatura corporal e vigiar território, diz estudo

    Vladimir Dinets, professor e pesquisador do Departamento de Psicologia, é o primeiro a realizar um estudo mais aprofundado deste comportamento. Ele e seus colegas observaram espécies crocodilianas em três continentes – Austrália, África e América do Norte.
    Eles descobriram que quatro delas escalavam árvores, mas o seu alcance variava de acordo com seus respectivos tamanhos. Os crocodilos menores conseguiam subir mais alto do que os maiores. Algumas espécies chegavam a 4 metros em uma árvore e até 5 metros em um galho.
    Os animais vistos escalando a qualquer hora do dia mostravam-se nervosos com a aproximação de um observador a até 10 metros. Este comportamento levou os pesquisadores a crer que as ações dos crocodilos são direcionadas por duas condições: regular a temperatura corporal e vigilância do habitat. “Estes resultados deveriam ser considerados por paleontólogos que procuram mudanças em fósseis e determinar novas mudanças comportamentais”, disse Dinets.